Meio Ambiente e Sustentabilidade
  • Enter Slide 1 Title Here

    This is slide 1 description. Find these sentences in Edit HTML and replace with your own words. This is a Blogger template by NewBloggerThemes.com...

  • Enter Slide 2 Title Here

    This is slide 2 description. Find these sentences in Edit HTML and replace with your own words. This is a Blogger template by NewBloggerThemes.com...

  • Enter Slide 3 Title Here

    This is slide 3 description. Find these sentences in Edit HTML and replace with your own words. This is a Blogger template by NewBloggerThemes.com...

16 de dez. de 2008

Posted by Pedro Malta on 13:54 in | No comments

Futura Soluções Ambientais criando um mundo melhor todo dia




Programa de Redução de consumo de água.


O trabalho é dividido entre as áreas comercial e técnica e nossa proposta inicial é efetuar um diagnóstico técnico e comercial, sem qualquer custo para o cliente apresentando em seguida uma proposta/meta de redução de custos na qual fica explicitada que qualquer remuneração pela Assessoria somente será devida se a meta de redução estipulada for atingida.

Atividades Propostas:

1 Operação “Caça Vazamento” e desperdício; (via ultra som, sem necessidade de quebra quebra) consiste em procurar a existência de vazamentos no estabelecimento e repará-los se houver.


2 Instalação de redutores de vazão em todos os pontos de água do empreendimento; (se necessário) consiste em após analise reduzir vazão de água em certos pontos do estabelecimento


3 Instalação de bloqueador de entrada de ar na tubulação; (após hidrômetro e se necessário) ferramenta que impede nosso cliente de pagar ar como se fosse água


4 Representação da contratante junto à concessionária; vamos representar nosso cliente junto a cedae em todos os aspectos jurídicos e legais


5 Avaliação cadastral; estaremos revendo seu cadastro junto a concessionária procurando qualquer erro que possa estar levando nosso cliente a ter algum tipo de prejuízo


6 Adequação tarifária; caso nosso cliente esteja sendo cobrado indevidamente em algum aspecto iremos providenciar a regularização.


7 Avaliação de documentos passados, com objetivo de avaliar possíveis inconsistências, e pleitear restituição de valores.


8 Avaliação do padrão de consumo atual;


9 Definição do consumo padrão de acordo com as características físicas e de uso de cada cliente;


10confronto e diagnóstico entre o consumo atual e o consumo padrão;


11 Acompanhamento diário de leituras e consumo; visando maior controle sobre o


12 Assessoria técnica, nos casos de cunho judicial;


13 Orientação técnica, visando minimizar o impacto financeiro imposto pela legislação estadual 40156 e portaria 555 de 01/02/2007.




Expectativa de Redução

A Expectativa é variável porem geralmente fica em torno de 30% sobre o custo médio atual.




Remuneração.

Só ocorrerá remuneração caso a expectativa de redução apresentada seja atingida, sendo o valor a combinar de acordo com a meta de redução.

O cliente pagará pelo serviço com percentual de valor que foi efetivamente reduzido, sendo desta forma, um trabalho autofinanciável.


Tempo de vigência do contrato e forma de reajuste.

O contrato terá a duração de dois anos e será reajustado somente se houver variação tarifária do setor de saneamento local.

Para saber mais pedrofutura@gmail.com


15 de dez. de 2008

Posted by Pedro Malta on 15:58 in , | No comments
O Brasil enfrenta um problema sanitário que parece estar longe de ser resolvido. Os medicamentos vendidos nas farmácias, em caixa lacrada, vêm geralmente em quantidade superior ao indicado para o tratamento, o que leva o paciente a acumular uma “farmacinha” em casa.

Porém, os produtos logo perdem a validade, e são descartados na pia, no vaso sanitário e no lixo orgânico. Quase ninguém sabe que ao serem despejados ralo a baixo, os remédios vão parar nos sistemas de tratamento de esgoto doméstico.

Lá, as substâncias que compõem o medicamento podem interagir e matar as bactérias usadas para tratar o esgoto. Ou seja, a água que chega até nós pode conter fragmentos dos remédios, e apresentar qualidade duvidosa.

Esse problema é um consenso entre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e o Conselho Federal de Farmácias (CFF).

Porém, até o momento não existe uma legislação que regulamente o descarte de resíduos doméstico, e a privada continua sendo a lixeira dos produtos.

– A Anvisa instrui as pessoas a descartarem o material em vasos sanitários, mas não concordo. As substâncias dos remédios vão parar nas águas dos rios que acabam sendo mananciais de água potável. Como nosso sistema de saneamento não é 100% eficiente, esses medicamentos acabam sendo distribuídos nas águas e as pessoas ficam, cronicamente, expostas a substâncias como, por exemplo, antibióticos e hormônios – afirma Wilson Jardim, professor do Instituto de Química da Unicamp.

Calcula-se que 20% dos medicamentos adquiridos são descartados de alguma forma no meio doméstico, informa Antonio Barbosa, coordenador nacional do Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos (Idum).

– O descarte de medicamentos é uma das maiores causas de envenenamento e intoxicação em comparação ao contato com produtos químicos – alertou Barbosa.

No entanto, as normas existentes que legislam sobre resíduos se limitam aos dos serviços de saúde – como hospitais e farmácias – que têm a incineração como destino.

– Embora a Anvisa esteja ciente dos riscos do descarte doméstico, não existe uma lei que discorra sobre o assunto. É competência da Anvisa cuidar dos resíduos gerados nos serviços de saúde – justifica Luiz Carlos da Fonseca, técnico da agência.

Segundo Fonseca, estima-se que 1% dos lixos sólidos sejam resíduos dos serviços de hospital, sendo 3% desses medicamentos. De acordo com a Anvisa, fica a cargo de cada Estado desenvolver sua própria legislação sobre lixo doméstico.

O Conama também não dispõe de norma que regulamente o lixo doméstico.

– Nós do Ibama executamos o que o Conama manda. Por mais que haja o impacto ambiental, ainda não houve uma preocupação em termos legislativos. Esperamos uma manifestação da sociedade ou do Conama para agirmos – explica Reinaldo Vasconcelos, coordenador geral de Substâncias Químicas do Ibama.

Esses medicamentos, principalmente o antibiótico, podem fortalecer as bactérias com as quais interagem na água. Essas, ao serem ingeridas pelo homem, o tornam resistente ao remédio. Hormônios podem ser danosos a homens, principalmente, e pessoas com pré-disposição genética para o câncer em contato com água contaminada por substâncias derivadas da vitamina A estão em grande risco. Além disso, o descarte dos produtos em lixo comum, que vão para aterros sanitários, muitas vezes são catados e usados de forma incorreta por pessoas mal instruídas.

Para o assessor técnico do CFF, José Luis Maldonado, os restos de remédios não devem ser jogados em casa, “o ideal seria devolver à farmácia” pois, segundo ele, o farmacêutico é responsável pelo plano de gerenciamento de resíduos.

– O Conselho Federal de Farmácias regulamenta a atividade do farmacêutico, a questão sanitária é competência da Anvisa – explica Maldonado.

– Na minha opinião, como o farmacêutico está em contato com o paciente, ele deveria informa-lo sobre o que fazer.

Numa ligação do JB a uma farmácia do Rio, o gerente da loja informou que a prefeitura passa semanalmente para pegar os resíduos. O funcionário afirmou estar disposto a receber o lixo dos clientes.
(Fonte: Cecilia Minner e Carla Knoplech / Jornal do Brasil)


materia retirada do site http://www.ambientebrasil.com.br/

10 de dez. de 2008

Posted by Pedro Malta on 10:21 in | No comments

Reciclagem do óleo de cozinha produz até biodiesel

Por falta de informação, grande parte da população ainda descarta na pia, no lixo comum ou mesmo no ralo o óleo utilizado na cozinha. O produto pode contaminar a água e o solo. Atenta a isso, a Sabesp tem apoiado, intensivamente, projetos de reciclagem de óleo de cozinha em Osasco, Santos, Lorena; e é parceira de um projeto pioneiro de reaproveitamento do óleo proveniente de frituras, o Prol, montado pela ONG Trevo e pela Sociedade dos Amigos e Moradores do Bairro Cerqueira César (Samorcc), que já atinge mais de mil condomínios, além de bares e restaurantes. A ONG fornece uma bombona de 50 litros, geralmente colocada nas garagens, para que os moradores a encham com o óleo utilizado. A Sabesp também oferece orientações sobre a iniciativa, além de recomendar a instalação de caixas retentoras de gordura nas residências e em estabelecimentos comerciais como restaurantes, padarias, entre outros. O conteúdo dessas caixas é recolhido por empresas credenciadas, que se encarregam de despejá-lo nas ETEs adequadas para tal recebimento.

Um litro de óleo pode poluir mais de 20 mil litros de água. Independentemente do volume de água afetado, o produto reduz o oxigênio nos corpos d'água (rios e lagos), prejudicando a vida aquática. O processo desencadeado tende a formar uma camada impermeável que dificulta a oxigenação da água. Porém, o risco maior está nos resíduos que aderem como cola à rede coletora, provocando entupimento e refluxo de esgoto.

O descarte indevido nos lixões ou na rede de esgoto contamina o solo, a água e provoca a ocorrência de enchentes. Despejado no ralo ou misturado ao lixo orgânico, o produto vai custar caro ao meio ambiente. Dessa forma, é fundamental que a população seja informada sobre a maneira adequada de descarte do produto, sem prejuízos ao ambiente.

Uma das alternativas para o óleo vegetal é utilizá-lo como matéria-prima em indústrias de fabricantes de produtos como o biodiesel, sabão, detergente, ração animal, graxas e cosméticos. O biodiesel, por exemplo, é produzido pela reação de um álcool de cadeia curta (etanol ou metanol) e óleo vegetal. De acordo com o governo federal, além de inibir a dependência ao petróleo, o combustível pode tornar-se uma importante fonte de divisas para o Brasil, somando-se ao álcool, como fonte de energia renovável que o país pode e deve oferecer à população mundial.

No estado de São Paulo, o óleo que não fica retido no encanamento é tratado nas mais de 300 estações de tratamento de esgoto (ETE) da Sabesp. Segundo a companhia, além do lixo jogado indevidamente nos vasos sanitários, o acúmulo do óleo é um dos principais causadores das obstruções nas redes e ramais domiciliares.

Apesar de já existirem iniciativas para fabricação de sabão caseiro, a Sabesp alerta para o fato de que a atividade envolve riscos, por conta do uso de soda cáustica no processo, podendo ocasionar acidentes. Recentemente, a empresa criou uma marca de identidade para o Prol, utilizando como garoto propaganda o Gotucho, um dos personagens do Clubinho Sabesp (http://www.clubinhosabesp.com.br), um site criado pela Sabesp especificamente para conscientizar o público infantil.

Fonte: Envolverde/Sabesp - 05/12/2008

Search Our Site

Bookmark Us

Delicious Digg Facebook Favorites More Stumbleupon Twitter