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22 de dez. de 2009
9 de set. de 2009
Os gastos e a poluição gerada pelo transito é enorme e a pratica da carona aparece como uma boa opção para reduzir isso.
Em países como os EUA, a carona é incentivada desde a Segunda Guerra Mundial, para economizar combustível. Lá, e também no Canadá e na Noruega, não apenas várias empresas incentivam o uso de caronas entre seus funcionários (chamada de carpooling), com vagas preferenciais de estacionamento e até bônus salariais, como há faixas exclusivas nas vias de tráfego intenso para automóveis com mais de dois passageiros. Aqui, já há sites de carona para alunos de algumas universidades, além de campanhas como a do Dia da Carona Solidária. Como se vê, é tudo uma questão de boa vontade e de assuntar com vizinhos, colegas de trabalho e pais de colegas dos filhos nas escolas para se organizar em redes de caronas.
Bem por aqui não estamos tão evoluídos, mas temos alguns sites onde você pode se cadastrar para dar e pegar carona, os sites são bem organizados e tem ótimos recursos.
http://www.caronainterativa.com.br/
27 de ago. de 2009
Boa reflexão!
16 de jul. de 2009

9 de jul. de 2009
O cenário atual mostra que, apesar dos esforços em investimento para o aprimoramento de profissionais, processos e equipamentos, pouco tem sido feito para controlar o impacto ambiental causado por efluentes originados desses serviços, as soluções Revelador + Fixador apresentam: hidroquinona, quinona, metol, tiossulfato de sódio, acido bórico, sulfito de sódio, entre outros todos em concentrações que acima das permitidas pelos órgãos reguladores.
Apesar de ser clara a legislação quanto às conseqüências da infração, os efluentes e os resíduos gerados pelos serviços de diagnóstico por imagem seguem em geral os seguintes caminhos: algumas instituições lançam todos os efluentes (fixador, revelador e água de lavagem) no meio ambiente, sem nenhum tratamento adequado. Outras instalam “mini estações de tratamento que alem de não tratar não possuem nenhum tipo de licença para funcionar, Outras vendem a solução de fixador a terceiros e lançam as soluções de revelador e de água de lavagem na rede de esgotos, sem nenhum tratamento.
Em todos estes exemplos as empresas estão cometendo crime ambiental que alem de multa pode acarretar na apreensão do responsável.
Se sua empresa esta agindo conforme um dos exemplos, a Futura Soluções Ambientais se apresenta como uma opção viável para este problema, pois possui todas as licenças necessárias para esse tipo de tratamento, tem mais de 15 anos nesse serviço, e hoje possui como seus clientes cerca de 80% do mercado do estado do Rio de Janeiro.
8 de jul. de 2009
Aneel estuda implantar modelo semelhante ao aplicado nas faturas de telefonia, estimulando os consumidores a usar energia em horários com desconto, para aliviar a carga nos momentos de pico, das 6h às 7h e das 18h às 21h
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estuda mudança na cobrança da conta de luz, o que vai baixar o preço do serviço. Mas a economia vai depender do consumidor. O modelo será semelhante ao das tarifas de telefonia, que têm preços diferenciados segundo os horários. Nos momentos de pico, o valor seria maior, para que os usuários aproveitassem descontos concedidos em outros horários. A área técnica da agência iniciou o estudo há dois anos. Mas a medida, para entrar em vigor, precisa passar por consulta pública e, depois, ser aprovada pelo Conselho Diretor da Aneel. Não há prazo para a implantação, e estima-se que isso só comece em dois ou três anos. A ideia é estimular a economia, aliviando o volume de carga nos piores horários, das 6h às 7h e das 18h às 21h. Diretora da Aneel, Joísa Campanher Dutra explicou que o modelo só funciona com medidores eletrônicos. Hoje, poucas distribuidoras têm o aparelho, que ainda é caro, por não ser produzido em larga escala. No Rio, a Ampla foi a primeira a adotar e enfrentou muitos protestos. A concessionária atualmente tem 300 mil dos 400 mil instalados, enquanto a Light tem 50 mil.“Esse tipo de faturamento já é aplicado na indústria”, explica o diretor de Relações Institucionais da Ampla, André Moragas. “Fica comprovado que o medidor eletrônico é um instrumento eficiente e que beneficia o consumidor. Nós já aplicamos um regime diferenciado de tarifas. Na Copa 2006, oferecemos duas horas grátis de energia para os adimplentes. Como promoção do Dia das Mães, o horário da novela das oito não foi tarifado para as consumidoras”, acrescenta.Para o diretor-técnico regulatório da Abradee (Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia), Fernando Maia, a proposta é oportuna. “O atual modelo tarifário tem 25 anos. A tarifa diferenciada trará eficiência energética e racionalidade. Com essa proposta, uma dona de casa vai preferir lavar a roupa na máquina pela manhã, e não à noite, durante a novela”, exemplifica.Portaria regulamenta medidoresO uso dos medidores eletrônicos, alvo de muita polêmica, foi finalmente regulamentado pelo Instituto de Metrologia (Inmetro), na Portaria nº 213, publicada na quinta-feira. “A Ampla foi a primeira a instalar, mas o equipamento já está sendo testado por outras companhias. É eficiente e também ajuda a combater os furtos”, disse Fernando Maia.Para as padarias que trabalham em baixa tensão, a cobrança diferenciada seria lucrativa. “A padaria não para. Se nos horários da madrugada houver desconto, teremos economia”, disse a gerente de padaria Luciene de Oliveira. Outra tecnologia que também deve ser implantada para reduzir as tarifas é o chamado PLC (Power Line Communication), que é a Internet pela rede elétrica.
POR LUCIENE BRAGA, RIO DE JANEIRO
7 de jul. de 2009

Local: Campus da Praia Vermelha da UFRJ - Avenida Pasteur, 250, Bairro da Urca, Rio de Janeiro, RJ
Data de início: 22/07/09
Data de término: 25/07/09
O VI Fórum Brasileiro de Educação Ambiental é um evento em âmbito nacional, promovido pela Rede Brasileira de Educação Ambiental (REBEA), coletivo que reúne mais de 40 redes de educação ambiental e educadores ambientais do país.O Coordenador do VI Fórum, o educador ambiental Declev Dib-Ferreira, estima a participação de mais de 5 mil participantes inscritos. Acontecerão, durante os 4 dias, cerca de 80 minicursos e oficinas, 10 mesas-redondas, 20 Jornadas Temáticas, Encontros paralelos, lançamentos de livros, show musicais, festivais de cinemas, apresentação de pôsteres, entre outros.Responsável pela organização da programação, construída coletivamente com os membros da Rebea, a educadora Jacqueline Guerreiro informa que este fórum terá algumas atrações extras, como o Espaço Ecumênico, o Espaço Semente e a presença de todas as Redes componentes da REBEA.O Fórum também se configurará como um espaço de diálogo entre a REBEA e demais redes ambientais, como a Rede Brasileira de Agendas 21 Locais (REBAL), Rede Brasileira de Informação Ambiental (REBIA) e a Rede de Salas Verdes.Todos os informes, inscrições, valores, inscrição de trabalhos podem ser feitos no site do evento, que será muito mais que um espaço de divulgação de informação, mas um espaço interativo, de discussões, trocas e permanente construção em prol da qualidade da educação ambiental brasileira.A Secretaria Executiva do evento está sob a responsabilidade do Instituto Baía de Guanabara (IBG):
URL do Evento: http://forumearebea.org
2 de jul. de 2009

Gerenciadores de Resíduos em Radiodiagnóstico Médico
Paulo Roberto M Coelho (SUVISA/SESDC-RJ)
INTRODUÇÃO: Sabidamente os Estabelecimentos Assistenciais de Saúde, em particular hospitais e clínicas, que atuam no radiodiagnóstico médico por via úmida, por essa característica são considerados potenciais poluidores do meio ambiente, podendo até mesmo causar degradação ambiental.
OBJETIVO: Conhecer os critérios de classificação e controle e as medidas a serem adotadas, localmente, pelos Gerenciadores de Resíduos envolvidos, para se adequarem aos procedimentos adotados pelo órgão ambiental responsável por essa monitoração.
MÉTODO: Realizamos uma pesquisa junto aos estabelecimentos de saúde do RJ, confrontando-os com os itens: 9, 10, 11 e 12 às folhas 11 do Roteiro de Inspeção em Radiodiagnóstico Médico, utilizado na SUVISA e que abrange o tema específico deste trabalho, para sabermos se os mesmos estavam operando de acordo com a RDC 306/04, observando também as normas ambientais estabelecidas, neste Estado, pelo INEA que substitui à anterior – FEEMA.
RESULTADO: As respostas obtidas, em sua maioria, são indicadoras de que quase a totalidade dos Estabelecimentos de Saúde não se apresenta com os conhecimentos necessários para proceder adequadamente sobre o assunto em questão, determinando que os mesmos estão funcionando sem a devida avaliação e controle adequados aos possíveis riscos ambientais, inerentes as suas atividades, junto a SUVISA e INEA.
CONCLUSÃO: Os EAS em questão, para regularizarem essa situação, devem proceder como se segue:
1) Reconhecer os parâmetros estabelecidos na RDC 306/04, no que trata de armazenamento temporário, criando suas áreas de expurgo a título de “Abrigo de Resíduos” e, observar no projeto a RDC 50/02.
2) Providenciar o cadastramento obrigatório, junto ao INEA, para todos os geradores, o qual será suficiente para quem não faz tratamento interno de seus resíduos.
3) No caso daqueles que realizam o tratamento interno, por Estações de Tratamento de qualquer magnitude, devem obter junto ao INEA a Licença Ambiental inerente a atividade realizada.
4) Preencher o formulário próprio do Sistema de Manifesto de Resíduos - INEA, um instrumento que permite ao Órgão conhecer e controlar a forma de destinação dada pelo gerador, transportador e receptor de resíduos. A partir de maio/09, totalmente informatizado, será recebido on-line, no ato da sua emissão.
O não cumprimento da legislação de Licenciamento Ambiental está sujeito às penalidades fixadas na Lei nº 3467, de 14 de setembro de 2000, que dispõe sobre as sanções administrativas derivadas de condutas lesivas ao meio ambiente.
Referências
RDC 306/04
Conama 358/05
http://www.inea.rj.gov.br/index/index.asp
1 de jul. de 2009
Deve-se antes abrir as janelas, assim que entrar no carro, sem ligar o Ar Condicionado. De acordo com pesquisas, o painel de instrumentos, assentos, tubagens de refrigeração emitem Benzeno, uma toxina causadora de cancro (carcinogéneo- note o cheiro a plástico quente dentro do carro). Além de poder causar cancro, envenena os ossos,causa anemia, reduz os Glóbulos Brancos. A exposição prolongada causará Leucemia, aumenta o risco de cancro e pode provocar abortos.
O nível interior aceitável de Benzeno é de 0,05 gr por cm2. Um carro estacionado no interior com as janelas fechadas contém 0,37- 0,74 mg de Benzeno. Se estacionado no exterior sob o Sol a uma temperatura superior a 16ºC, o nível de Benzeno ascenderá a 1.843,68 mg, 40 vezes superior ao nível aceitável... e as pessoas dentro do carro inevitavelmente inalarão uma quantidade excessiva de toxinas.
Deixe sair o ar quente interior antes que entre no carro. O Benzeno é uma toxina que afecta os Rins e Fígado e um material tóxico muito difícil de ser expelido pelo organismo.
25 de jun. de 2009

Carlos Minc: “é preciso pensar antes de consumir”
Ministro do Meio Ambiente fala ao Instituto Akatu sobre a campanha “Saco é um saco”, que pretende mobilizar o consumidor para reduzir o uso de sacolas plásticas no Brasil.
A campanha “Saco é um saco” é a primeira que o Ministério do Meio Ambiente faz sobre sacolas plásticas?
Carlos Minc: Em 2008, o Ministério fez uma campanha, nessa mesma linha, sobre redução de embalagens de um modo geral. É um exagero a quantidade de embalagens produzidas hoje em dia em todos os setores de produção e consumo. Na maior parte dos países desenvolvidos, há políticas bem estruturadas para a chamada logística reversa, ou seja, a responsabilidade sobre o lixo gerado pós-consumo. Aqui, estamos avançando muito devagar nisso, e essa é uma agenda pela qual tenho apreço. A campanha de 2008 teve alguns apoios importantes, mas não conseguiu engajar a população como se esperava. Foi bacana, aprendemos com nossos erros e acertos e a expectativa agora é engajar os consumidores, o cidadão comum. Vamos entrar com televisão, rádio, internet, cartazes no metrô. A idéia é mobilizar a população.
O que levou à realização da campanha? Quais são os principais objetivos?
Carlos Minc: Começando pelo objetivo, queremos atingir o consumidor. O foco é cada dona de casa, cada jovem, cada pai de família comprando no supermercado, na farmácia, na quitanda, na padaria. A idéia é ajudar o indivíduo, que pega inocentemente a sacolinha - ali tão fácil, tão à vontade - a fazer uma conta que ele não faz. A sacola não é de graça. Quando descartada, gera um custo alto para a população, para o poder público e para o meio ambiente. Cada sacolinha que nós descartamos tem uma pegada ecológica oculta, tem uma conta socioambiental que não está na cabeça do consumidor. A sacolinha plástica é perfeita para os nossos objetivos. Não se trata de um produto simbólico, ela é bem real, é utilizada todos os dias pelos cidadãos brasileiros e gera um impacto acumulativo significativo. Você sabia que cada brasileiro consome 66 sacolas plásticas por mês? E que é de 135 milhões o volume descartado todo mês? Quando eu era Secretário de Meio Ambiente no Rio de Janeiro, antes de me tornar ministro, elaborei um decreto que se transformou em um projeto de lei regulando o uso das sacolinhas. Vários Estados e municípios estão preocupados com o assunto. Acho que é papel do Ministério conscientizar os consumidores e induzir as mudanças de comportamento que levem a população na direção da cidadania ambiental.
Que critério foi utilizado para que o Wal-mart fosse escolhido como parceiro dessa campanha?
Carlos Minc: Há várias grandes redes de supermercados fazendo coisas interessantes, e nosso pessoal técnico está em contato direto com a ABRAS, a Associação Brasileira de Supermercados, que deverá aderir à campanha. Mas o Wal-Mart está bem adiantado nos seus programas de sustentabilidade e nos apresentou uma experiência consistente. Em um projeto-piloto, que foi agora estendido ao sul do Brasil, em apenas três meses eles conseguiram economizar 1,5 milhão de sacolas plásticas em lojas do Nordeste com um mecanismo simples: cada pessoa que recusava a sacola na boca do caixa recebia um bônus em dinheiro. Nessa experiência, eles pagaram aos consumidores R$ 34 mil de bônus. Nós identificamos nessa experiência uma inovação concreta e replicável, porque não se trata só de pedir que os consumidores recusem, mas de oferecer alternativas, inclusive com mecanismos financeiros. Além disso, o Wal-Mart não pediu exclusividade, é nosso parceiro de primeira hora. Mas, todos serão bem-vindos, a campanha está prevista para durar seis meses. Há espaço para todos.
Por quanto tempo a campanha será veiculada e quais os resultados esperados?
Carlos Minc: Queremos reduzir o consumo de sacolas plásticas, monitorando isso com pesquisas e números. Por isso, o engajamento da ABRAS é muito importante. Nosso esforço será de seis meses, com muitas novidades, explorando a mídia da internet e o potencial de parceiros que estão percebendo o mérito desta campanha. Por exemplo, temos a oferta da CPFL, distribuidora de energia, de colocar a nossa mensagem “Saco é um saco, para você, para a cidade, para o planeta e para o futuro” em cada conta de luz de mais de 6 milhões de consumidores só no Estado de São Paulo.
Qual o uso ideal das sacolas plásticas?
Carlos Minc: O ideal é não usar, né? Vários países já baniram a sacola plástica como, por exemplo, a China, e, no Canadá, a cidade de Toronto. Até há pouco tempo, falava-se que o bom era o plástico oxi-biodegradável, que, na verdade, não biodegrada coisa nenhuma, apenas fragmenta a matéria em milhares de pedacinhos, criando um novo resíduo não biodegradável. O bioplástico, feito de amido de milho ou outras fontes, parecia uma solução ótima, mas, com o agravamento do aquecimento global, será mais uma fonte emissora de gases do efeito estufa, quando o que se deseja é diminuir as emissões dos lixões e aterros sanitários. Sendo bem realista, sem diminuir a ternura, o ideal é reduzirmos o uso da sacola plástica e caminharmos com tranqüilidade para banirmos a sacolinha em um futuro próximo. Nossa campanha pretende explorar várias alternativas, e a criatividade da moçada vai aparecer. Você lembra como era antigamente? Um mosaico de soluções: o carrinho de feira, o papel da padaria, o jornal embrulhando o peixe…. O importante é passarmos a mensagem de que é preciso pensar antes de consumir. Quando o problema do aquecimento global se agrava e o meio ambiente se degrada tão dramaticamente, não podemos alegar inocência.
(Instituto Akatu)
3 de jun. de 2009
COMPOSTAGEM
Em todo o planeta, um longo e contínuo processo natural de reciclagem acontece todos os dias. Restos de plantas e animais se decompõem com a ajuda de minhocas, fungos, bactérias e outros microorganismos. O resultado é um rico e nutritivo material chamado de adubo orgânico ou composto. A fabricação da compostagem imita o processo natural, porém com resultados mais rápidos e controlados.
Essa compostagem pode ser feita em grandes usinas ou dentro de um apartamento. Medindo corretamente as escalas, é possível reciclar o lixo orgânico em qualquer lugar. Se for feita em casa, a compostagem pode reduzir até 50% de todo o lixo doméstico, diminuindo a quantidade de lixo recolhido e enviado aos grandes aterros sanitários.
Benefícios da prática
A compostagem cria um material super nutritivo que auxilia as plantas no seu desenvolvimento e crescimento, evita o surgimento de pragas e doenças, além de fornecer nutrientes importantes para o solo. Ela aumenta também a capacidade da terra filtrar mais água, reduzindo erosões; estimula o desenvolvimento das raízes, que se tornam capazes de absorver uma quantidade maior de água e nutrientes; e equilibra a temperatura e o nível de acidez do solo.
A prática dificulta ou impede a germinação de sementes de plantas invasoras (daninhas) e prolonga a vida do solo, favorecendo a reprodução de microorganismos benéficos às culturas agrícolas. Em terrenos argilosos, a compostagem auxilia a sua drenagem. Já nos arenosos, ela ajuda a reter melhor a umidade. Uma pilha de material composto garante adubo de primeira qualidade para os agricultores e jardineiros.
Antes de qualquer coisa, esqueça a idéia de que fazer um composto é algo difícil e que necessita de muito espaço. Também esqueça que ele é algo sujo e que pode atrair animais indesejados. Feito da forma correta, um composto lhe trará muitos benefícios sem causar nenhuma dor de cabeça. Comece pela escolha do local. Ele deve ser de fácil acesso; a água deve chegar fácil para molhar as pilhas; e o solo tem que ter uma boa drenagem. Também é preferível que as composteiras sejam montadas em locais com sombra e protegidas de vento intenso, pois resseca o material. Com o local da pilha escolhido, comece a juntar pequenas folhas, gramas e lixo de cozinha - como cascas de banana, farelo de ovo, restos de verduras, legumes e frutas, borra de café e tudo mais que estiver disponível. Armazene esse material até que a pilha chegue a 15 ou 20 centímetros de altura. Depois de montar a primeira camada, regue-a (sem encharcar) e cubra com cerca de cinco centímetros de adubo pronto ou terra. Essa material ajudará a manter o equilíbrio interno do composto, impedindo cheiros ruins e garantindo sua qualidade. Cuidados Alterne os materiais orgânicos com terra ou adubo pronto até que a pilha fique bem alta, com aproximadamente 1,5 metros. Regue o recipiente de compostagem regularmente para manter o composto umedecido e remexa o material todos os dias ou a cada dois dias, para assegurar o fornecimento adequado de oxigênio. À medida que você adiciona novas matérias orgânicas e remexe o composto, você estará misturando o lixo intacto com camadas parcialmente decompostas. O material quase acabado assentará no fundo porque as partículas são menores. Dessa forma, é dali que você deverá retirar o composto pronto. Para avaliar se já está no momento certo, verifique se a temperatura está adequada (ela deve girar em torno de 38ºC) e se ainda é possível visualizar algum material parecido com o lixo que foi depositado (nesse caso, é melhor esperar mais um pouco). O volume do material também deve estar reduzido, a cor dever ser marrom escuro ou preto, a textura macia e o cheiro deve ser de terra. Usando o composto Quando seu adubo orgânico estiver pronto, você já pode utilizá-lo. Misture-o com o solo antes de plantar ou aplique sobre a superfície do vegetal. O ideal é que o material seja utilizado assim que recolhido da composteira. Quanto mais rápido, mais nutrientes ele terá.
O que pode ser compostado?
Restos de legumes, verduras, frutas e alimentos, filtros e borra de café, cascas de ovos e saquinhos de chá, galhos de poda, palha, flores de galho e cascas de árvores, papel de cozinha, caixas para ovos e jornal, penas e cabelos, palhas secas e grama (somente em pequenas quantidades).
O que não pode ser compostado? Materiais não putrescíveis ou de difícil decomposição, e outros por razões de higiene ou por conterem substâncias poluentes como carne, peixe, gordura e queijo (podem atrair roedores), plantas doentes e ervas daninhas (microrganismos doentes e ervas daninhas podem se multiplicar), vidro, metais e plásticos, couro, borracha e tecidos, verniz, restos de tinta, óleos, todo tipo de produtos químicos e restos de produtos de limpeza, cinzas de cigarro, de madeira e de carvão, inclusive de churrasco, saco e conteúdo de aspirador de pó (valores elevados de metais e poluentes orgânicos), fezes de animais domésticos, papel higiênico e fraldas (por razões de higiene). Texto retirado do site ecodesenvolvimento.
29 de jan. de 2009
28 de jan. de 2009

Hora do Planeta
Rio de Janeiro é a primeira cidade brasileira a aderir ao movimento
Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 2009. O WWF-Brasil e a Prefeitura do Rio de Janeiro anunciaram hoje o lançamento da Hora do Planeta e a participação da cidade no evento, marcando a entrada do Brasil no movimento mundial para mobilizar a sociedade em torno da luta contra o aquecimento global.
Conhecido mundialmente como Earth Hour, o movimento é promovido no País pela primeira vez pelo WWF-Brasil e conta com a adesão e apoio do Rio de Janeiro, a primeira cidade brasileira a aderir à iniciativa. Durante o lançamento, Eduardo Paes, prefeito da cidade do Rio de Janeiro, anunciou que irá apagar as luzes de ícones cariocas como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Parque do Flamengo e a orla de Copacabana, que terá a segurança reforçada pelas autoridades competentes. A comunidade do Morro Dona Marta e o Jockey Club também confirmaram sua participação.
"A mobilização da comunidade Dona Marta, por exemplo, é um sinal claro que todos podem participar no combate ao aquecimento global. A participação do Rio de Janeiro na Hora do Planeta será show de bola!", garante o prefeito Eduardo Paes, citando que o evento será o primeiro ato de uma série de movimentos que a cidade irá realizar para reassumir o protagonismo em questões ambientais.
Além da Prefeitura do Rio de Janeiro e do Ministério do Meio Ambiente, a Hora do Planeta recebeu a adesão de autoridades e representantes de diversos segmentos sociais, que estiveram presentes ao lançamento. Entre eles os atores Camila Pitanga, Victor Fasano e Cynthia Howlett.
"O governo brasileiro começou a fazer a sua parte com a nova agenda sobre mudanças climáticas, mas não podemos discutir esse assunto sem pensar na mudança de comportamento da nossa sociedade, e para isso o movimento Hora do Planeta é muito importante", afirma Izabella Teixeira, Secretária Executiva do Ministério do Meio Ambiente, que representou o Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc no lançamento da Hora do Planeta, que também apóia o movimento.
Um ato simbólico pelo futuro do planeta
A Hora do Planeta é um ato simbólico no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a demonstrar sua preocupação com o aquecimento global e as mudanças climáticas, O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem o significado de chamar para uma reflexão sobre o tema ambiental.
Em 2009, a Hora do Planeta será realizada no dia 28 de março, das 20h30 às 21h30, e pretende contar com a adesão de mais de mil cidades e 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Hoje, além do Rio de Janeiro foi anunciada a participação de outras grandes cidades mundiais, como Atenas, Buenos Aires, Edimburgo e Nova Iorque. Até o momento, mais de 170 cidades de 62 países já confirmaram sua adesão à Hora do Planeta.
Realizada pela primeira vez em 2007, a Hora do Planeta contou com a participação de 2,2 milhões de moradores de Sidney, na Austrália. Já em 2008 o movimento contou com a participação de 50 milhões de pessoas, de 400 cidades em 35 países. Simultaneamente apagaram-se as luzes do Coliseu, em Roma, da ponte Golden Gate, em São Francisco e da Opera House, em Sidney, entre outros ícones mundiais.
"A Hora do Planeta não é um ato de economia de energia, mas um gesto de engajamento social, no qual cada um deve fazer a sua parte para um futuro melhor. Será uma demonstração da nossa paixão pelas pessoas, pela união, pela solução, pela conservação do planeta, e principalmente, pelo futuro e pela vida", afirma Álvaro de Souza, presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil.
Para mobilizar a população pela Hora do Planeta, o WWF-Brasil lançará a campanha publicitária criada pela DM9DDB e espera contar com a adesão de empresas, entidades, ONGs, associações de bairro e demais movimentos da sociedade civil. Os cidadãos serão convidados a se cadastrar no site www.horadoplaneta.org.br.
Cenário Ambiental
O ano de 2009 é crucial para o futuro do planeta, pois os países precisam assinar um acordo internacional com medidas para que se mantenha o aquecimento global abaixo dos 2º C. Será um ano de mobilização para que os países finalmente assinem, na 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em dezembro, na Dinamarca, um acordo para reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa
No Brasil, o desmatamento das nossas florestas - principalmente Amazônia e Cerrado -, é responsável por 75% das emissões de CO2, o principal causador do aquecimento global. No entanto, as emissões de outras fontes, como agricultura, energia elétrica, entre outras, não devem ser menosprezadas dentro de um caminho de desenvolvimento limpo.
Informações Adicionais
Cadastre-se e saiba como participar na Hora do Planeta:
Site oficial: www.horadoplaneta.org.br
Atendimento: 0300 789 5652
Informações para Imprensa
Sala de Imprensa: www.wwf.org.br/hp2009
Estão disponíveis fotos e vídeos de edições passadas da Hora do Planeta.
CDN Comunicação Corporativa:
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WWF-Brasil:
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Maristela Pessoa: 61.3364.7464 - maristela@wwf.org.br
Denise Oliveira: 61.3364.7497 / 61.8175.2695 - doliveira@wwf.org.br
Sobre o WWF-Brasil
O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
Sobre a Hora do Planeta
A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF sobre mudanças climáticas. No sábado, dia 28 de março de 2009, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global. Na primeira edição, realizada em 2007 na Austrália, 2 milhões de pessoas desligaram suas luzes. Em 2008, mais de 50 milhões de pessoas de todas as partes do mundo aderiram à ação. Em 2009, a Hora do Planeta pretende atingir 1 bilhão de pessoas em mil cidades.
fonte: www.wwf.org.br

Tenho falado muito sobre a zona costeira (ZC) em minhas colunas no site O Eco e quanto aos impactos humanos associados a sua ocupação desordenada. E ainda sobre a degradação de seus habitats e a perda irreparável e crônica de sua biodiversidade tropical. Um ambiente dinâmico, com alterações topográficas constantes devido a circulação da maré e às ações do vento, das ondas e do Homem. Sobre o transporte de sedimentos que provoca mudanças naturais na linha de costa. A ZC é uma fronteira geográfica formada por vários biomas, cujos recursos físicos, energéticos, biológicos e paisagísticos sustentam centenas de atividades industriais e comerciais. E que, mal e porcamente, mantém milhares de famílias que exploram seus recursos pesqueiros cada vez menos abundantes e, pior ainda, cada vez mais…contaminados!
Existem vários tipos de contaminação ambiental: química; sonora; estética e luminosa. A poluição química na ZC tem sido divulgada e discutida em diversas instâncias da sociedade, principalmente porque afeta a maioria da população brasileira que ocupa as bacias litorâneas. Infelizmente, é a regra da pimenta no “fiofó” dos outros. A contaminação no meio do oceano, lá na Latitude dos Cavalos, ou em Mar del Plata, fica longe da minha porta. Eu não tenho nada a ver com isso. Pensar assim não ajuda a resolver a contaminação marinha em escala global e de longo prazo. Vai nos afetar cedo ou tarde.
Acidentes com vazamentos de óleo e a contaminação crônica com pesticidas, nutrientes, detergentes e metais pesados oriundos de atividades industriais, agrícolas e urbanas ao longo de bacias de drenagem costeira parecem ser os mais comuns. Parecem, mas não são! O elenco de compostos químicos orgânicos usados na indústria farmacêutica e cosmética é tão prejudicial para nós quanto para a biodiversidade marinha.
Existe um coquetel de moléculas orgânicas com fórmulas complicadas, criadas e reproduzidas em laboratório, com nomes estranhos e complexos, que são tão ou mais diversos do que os compostos naturais que a bioquímica da natureza conseguiu evoluir. Esses POPs (Poluentes Orgânicos Persistentes) formam um exército com mais de 10 mil substâncias patenteadas e usadas só na indústria cosmética. Na indústria médica e farmacêutica, o número deve ser muito maior. A maioria delas nunca foi testada pela vigilância sanitária de qualquer país e os poucos testes são resultado de políticas voluntárias das próprias empresas cujos resultados em seus laboratórios privados nunca foram contestados por órgãos reguladores do governo. Os POPs que não se degradam facilmente e acumulam-se na teia alimentar do ambiente contaminado.
O problema todo começa nas privadas e nos ralos das casas. Acontece, sobretudo, nos ambientes urbanos, com muita gente excretando moléculas orgânicas sintéticas. Tudo vai pro esgoto. Uma ligação oculta, subterrânea, mas muito eficiente entre as cidades e os lençóis freáticos adjacentes. Dependendo da declividade, após alguns anos as moléculas chegam no mar através da bacia de drenagem, que nada mais é do que a dimensão geográfica de um processo natural de escoamento da água dos continentes para suas margens costeiras, devido à ação constante da gravidade terrestre.
O sistema de abastecimento é um desvio artificial do ciclo hidrológico, feito para atender a demanda do uso doméstico, público e industrial. O passo seguinte é o sistema de esgotos, originalmente criado como uma tentativa de diluir o que não deve e que não pode ficar concentrado, por uma questão de saúde e mau cheiro.
Entretanto, nosso potencial de contaminação marinha vai mais longe do que isso. Elevados teores de cafeína foram detectados na água do mar em fiordes da Noruega, com certeza como resultado do consumo de café e chás por populações costeiras do norte da Europa. Do mesmo modo, a contaminação crônica com remédios e cosméticos do nosso quotidiano é cada vez mais preocupante uma vez que urinamos anualmente toneladas desses excessos de moléculas orgânicas não-metabolizadas.
Medicamentos
Os remédios mais consumidos nos grandes centros urbanos são antibióticos, antiinflamatórios, anticoncepcionais e antidepressivos. Essas são as principais fontes de princípios ativos não metabolizados e que são expelidos pela urina e fezes. Espalham-se pelo sistema de esgoto, podendo retornar para o consumo humano. A contaminação de lagos e de rios com princípios ativos da indústria farmacêutica tem sido avaliada nas últimas décadas. Mas mesmo as tecnologias mais modernas de tratamento de efluentes municipais não são capazes de livrar a água da contaminação com coquetéis de POPs industriais. Os resultados são alarmantes.
Um artigo da revista Discover Magazine, publicado em dezembro de 2003 denunciou os altos níveis de fluoxetina, o princípio ativo do antidepressivo Prozac, em bagres e outros peixes de rios afetados por afluentes municipais próximos a cidade de Dallas, Texas (Estados Unidos).
No início desse ano, saiu um artigo no jornal americano Los Angeles Times mencionando pesquisas nos Estados Unidos e Canadá sobre o alto nível de concentração de hormônios femininos (estrógeno), oriundos de anticoncepcionais, em tecidos de peixes. Mais de 90% dos machos de uma espécie de lingüado começaram a ovular (coisa de fêmea, certo?!). A “feminilização” dos machos é grave do ponto de vista ambiental e sócio-econômico, pois a população pára de se reproduzir com quantidades mínimas do princípio ativo. O artigo menciona a impossibilidade de tratamentos de esgoto em nível primário eliminar a maior parte desses compostos.
Quase todo mundo toma ou já tomou alguma dessas categorias de remédios. Como o tratamento de esgoto em nível primário é o principal (pra não dizer o único) nível de tratamento de efluentes municipais no Brasil, me pergunto como será que está o grau de contaminação da costa brasileira com POPs? Pense bem, cerca de 60% de nossa população, algo em torno de 100 milhões de pessoas, vive na zona costeira com enorme potencial de contaminação crônica pelo consumo e eliminação diária de resíduos desses produtos através da urina.
Cosméticos e higiene pessoal
Você já ouviu falar em Tetradibutyl Pentaerythrityl Hydroxyhydrocinnammate? É um composto orgânico usado no sabonete que você usa todos os dias. De acordo com a base de dados do Grupo de Trabalho Ambiental americano SkinDeep, é uma substância de baixo risco para a saúde humana. No entanto, de acordo com a mesma base de dados essa aparente baixa periculosidade esta mais associada à falta de pesquisa sobre o produto.
E o Dióxido de Titânio? Esse pode causar câncer, provocar alergias e deficiência imunológica, além de prejudicar o metabolismo digestivo, respiratório e cardiovascular. Diariamente, milhões de pessoas consomem toneladas de pasta de dente, sabonetes e xampus cuja composição, normalmente escrita com letrinhas pequenas e em inglês, sempre tem um produto com propriedades cancerígenas e persistência ambiental, com capacidade de acumular na teia alimentar. São substâncias com ação cancerígena.
A tabela abaixo revela o efeito tóxico de ingredientes mais comuns encontrados em marcas famosas de sabonetes, xampus e pastas de dentes:
Composto
Efeitos
Usado na fabricação de...
Sodium Palmitate
Cancerigeno
Sabonetes, desodorantes, creme de barbear
Sodium Oleate
97% ausência de teste
Sabonetes, cremes para tratamento de espinhas e adstringente facial
Sodium Laurate
Cancerígeno, irritação da pele, olhos e pulmão
Sabonetes, desodorantes, cremes para tratamento de pele, rejuvenescedor
Titanium Dioxide
Cancerígeno, alergias, irritação da pele, olhos e pulmão
Sabonetes, protetor solar, protetor labial
Citric Acid
Neurotóxico, doenças crônicas degenerativas do sistema nervoso
Sabonetes, shampoos, tintura de cabelo, etc
Bentonite
Cancerigeno, tóxico, causa danos no sistema digestivo, respiratório e cardiovascular
Sabonetes, creme rejuvenecedor, protetor sola, etc
Pentasodium Pentetate
Não testado
Sabonetes, shampoos, esfoliantes, creme de barbear, etc
Etidronic Acid
Infertilidade, cancer em órgãos reprodutores, má formação de fetos
sabonetes
Yellow 10
Cancerigeno, reações alérgicas e problems no sistema imunológico
Sabonetes, colonias, loções pós-barba, tinturas de cabelo, desodorantes
Red 4 (CI 14700)
Cancerígeno
Sabonetes, água de colônia feminina, shampoos e condicionadores
Green5 (CI 61570
Disfunções hormonais, danos no sistema digestivo, respiratório e cardiovascular
O crescimento populacional demanda muitas coisas além de energia, comida e habitação. Somos seduzidos por uma infinidade de produtos cosméticos dispostos nas prateleiras dos supermercados. Nos lavamos, nos perfumamos e nos lambuzamos diariamente com sabonetes e xampus (que nada mais são do que sabão perfumado), pasta de dentes e cremes hidratantes com abrasivos microscópicos, alvejantes químicos e essências cuja origem natural do produto é duvidosa, para não dizer caluniosa.
Eu não confiaria em nada que diga “manter fora do alcance das crianças”. Os produtos de limpeza alertam pra isso. Mas os cosméticos e produtos de higiene pessoal também. Nas embalagens sempre está escrito que o produto vem de essências naturais, que vai deixar sua pele macia e hidratada etc. Mas no fim está sempre escrito em letras bem miudinhas que é pra “manter fora do alcance das crianças”. Ora, que hipocrisia é essa?! Se é essa maravilha toda, porque manter fora do alcance das crianças? Se é perigoso para as crianças é perigoso para qualquer um, certo? Sem falar do potencial de contaminação ambiental. Ou seja, compre e leve pra sua casa. Daí em diante, o problema é seu. Todos somos responsáveis por aceitar essas regras, do mundo civilizado e contaminado.
Sim, individualmente somos responsáveis por todo essa contaminação com princípios ativos testados apenas parcialmente em ratinhos de laboratório, sem saber seus reais efeitos na natureza ao nosso redor. Coletivamente, o resultado é preocupante. Tudo está se contaminando à nossa volta e o ponto final desses resíduos orgânicos artificiais é o mar.
Diariamente, chega na ZC o maior elenco de substâncias derivadas da presença humana no planeta. Todo resquício de substâncias dissolvidas na água doce, que a força da gravidade pode levar em direção à costa. Uma solução paliativa e perigosa quando se pensa em escalas ambientais de tempo e espaço (veja o artigo Diluição não é solução). A drenagem envolve milhões de metros cúbicos de água que passam pelas cidades anualmente. Esse volume, assim como o dos oceanos, nos dão a falsa sensação de nos livrarmos do problema. Isso até poderia ser verdade, não fosse pelas propriedades persistentes e reativas desses compostos, aumentando as chances de serem adsorvidos em partículas orgânicas e em micro-organismos da base da pirâmide alimentar. Pouco a pouco vão subindo de nível, estacionando em animais no topo da pirâmide alimentar, dissolvendo-se em suas gorduras, alterando seus hormônios, seu metabolismo e sua capacidade reprodutiva. Sem falar nas inúmeras possibilidades de doenças imunológicas, câncer e má formação congênita de seus descendentes.
A tabela acima é apenas um amostra irrisória de todos os POPs usados em cosmética e higiene pessoal. Sem querer preocupá-lo (a), eu sugiro que após ler esse artigo você perca um pouco do seu tempo e acesse o banco de dados do SkinDeep. Vá até o banheiro e selecione qualquer produto de higiene pessoal. Faça uma lista com o nome dos compostos químicos descritos na “composição” do seu sabonete, xampu ou pasta de dente preferidos. Veja a capacidade que cada um tem de produzir algum mal à saúde e seu potencial de acúmulo no meio ambiente.
São todos produtos que eu, você e todos nós usamos indiscriminadamente todos os dias desde a Revolução Química Industrial, após a Segunda Guerra. São décadas de uso constante. Talvez os POPs não sejam as causas diretas de muitos problemas de saúde que nós e os animais marinhos sofrem, ou que ainda sofrerão. Mas com certeza são mais uma herança que deixaremos para o banco de contaminantes da biodiversidade marinha. Corremos o risco de nos tornar uma sociedade intoxicada por nosso próprio veneno em frascos fálicos e potes cheirosos, marcando diariamente nossos territórios com urina contaminada.
Frederico Brandini ( O Eco )
20/11/2008, 12:30

As montadoras de veículos do Brasil – seja de carros de passeio ou caminhões e máquinas agrícolas – poderão ser obrigadas a plantar árvores em número proporcional à quantidade de veículos que produzem, caso o projeto de Lei 4380/08, de autoria do deputado José Chaves, do PTB de Pernambuco, e tramita em caráter conclusivo na Câmara dos Deputados, seja aprovado.
A proposta prevê que seja plantada uma árvore para cada veículo produzido de até mil cilindradas; duas para os de potência acima de mil cilindradas e não superior a duas mil cilindradas; e três para os de mais de duas mil cilindradas e as montadoras poderão optar em repassar ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) o valor correspondente ao custo desse plantio.
Para Chaves os veículos são responsáveis por 97% das emissões de monóxido de carbono, 97% de hidrocarbonetos, 96% de óxidos de nitrogênio, 40% de material particulado e 32% de óxidos de enxofre na grande São Paulo. “Se não se pode evitar que milhares de novos veículos ganhem as ruas a cada ano é preciso, ao menos, compensar os danos ambientais e à saúde pública que ocasionam”, afirma.fonte: O carreteiro

Todos os anos a equação “desenvolvimento tecnológico” e “consumo inconsciente” agrava a questão do lixo eletrônico no mundo. O destino do que chamamos lixo eletrônico, além de não ser ambientalmente adequado, se soma ao crescimento desenfreado da venda de computadores pessoais (PCs) e outros equipamentos eletrônicos, agravando os problemas ambientais e sociais ligados a produção e descarte tecnológico. Algumas das saídas para equilibrar a equação entre desenvolvimento tecnológico e meio ambiente foram apresentadas na terça-feira (20/1), no Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP de São Paulo.
Com objetivo de compartilhar as experiências realizadas na área do desenvolvimento tecnológico sustentável, pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) - oriundos de diferentes países -, representantes da indústria da informática e especialistas em gestão ambiental, além da professora Tereza Cristina Carvalho, diretora do CCE e do Laboratório de Arquitetura de Redes e Computadores (Larc) da Escola Politécnica (Poli) da USP, falaram sobre a gestão ambiental da tecnologia.
Consumo consciente
Em todo o mundo, estima-se que sejam produzidos 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano, sendo que apenas 1% deste total é encaminhado para a reciclagem.
Apesar do aumento das vendas de eletrônicos, não há no Brasil uma legislação que estabeleça o destino correto para a sucata digital. Não há também legislações ou normas que responsabilizem os fabricantes pelo seu descarte.
Para Adnan Shahid, pesquisador do MIT (Paquistão), os consumidores são a maior força para promover uma mudança frente à falta de regulamentação. “Como é feito hoje, o consumo e o descarte de lixo eletrônico não é bom para mim, nem para vocês, muito menos para nossas crianças, seja no Brasil ou Paquistão”, afirma.
Tereza Cristina Carvalho, diretora do CCE-USP, acredita que ter responsabilidade no ato da compra é o primeiro passo para debater o que estamos descartando. “Ampliando o debate sobre os riscos do lixo eletrônico, você aumenta a responsabilidade das ações na cadeia toda - desde a produção até o descarte”, afirma Tereza.
A coordenadora dá a dica para quem quer começar a fazer a diferença. “Peça por computadores verdes, ou seja, computadores livres de chumbo, econômicos no consumo de energia e cujos componentes são totalmente recicláveis. Além disso, veja com o fabricante, a política de descarte antes de comprar. Na ausência de legislação adequada, precisamos começar a agir enquanto indivíduos.”
Os 3Rs como oportunidade de negócio
A quantidade de sucada tecnológica que poderia se tornar matéria prima esbarra, além de tudo, na falta de uma gestão logistica para um programa nacional de reciclagem.
Antonio de Castro Bruni, gerente do Setor de Suporte Tecnológico da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB), acredita que o problema do lixo eletrônico é uma oportunidade de negócios e disse que já estão negociando parcerias entre recicladoras e os Correios.
Segundo Bruni, os Correios receberiam os equipamentos (micros, notebooks, telefones, televisores, entre outros) e cederiam um espaço para acomodação até a retirada pela empresa recicladora, que deverá arcar com os custos do transporte. “Ainda se trata de uma proposta, tudo está sendo analisado com muita calma e ainda não temos uma resposta final. Mas acreditamos que é um gande negócio e que interessa a todos.”
Para ele, os principais eixos do debate sobre as soluções do lixo eletônico devem abordar a promoção da indústria de reciclagem, redução da poluição causada pela disposição inadequada desse tipo de resíduo, promoção de parcerias para coleta de micros domésticos, inclusão digital, por meio do reúso de computadores, educação ambiental e criação de um índice de reciclagem. Segundo o gerente do Setor de Suporte Tecnológico da CETESB, o gerenciamento do lixo eletrônico vai permitir, ainda, reduzir a pressão sobre o meio ambiente, uma vez que metais como prata, níquel, ferro, alumínio, cobre, entre outros, poderão ser reutizados pela indústria nacional. “Com a tecnologia disponível você consegue separar todos os metais e produtos existentes em placas e outros itens dos equipamentos eletrônicos. Paralelamente é possível ajudar a fortalecer um nicho de mercado que vai gerar inúmeros empregos”, afirma.
Lixo eletrônico e seus riscos
Pilhas, baterias e celulares não são os únicos tipos de lixo eletrônico. Computadores, televisores, rádios, DVDs, CDs e lâmpadas fluorescentes também possuem substâncias tóxicas como chumbo e mercúrio.
Sem descarte apropriado, estes materiais altamente tóxicos para a saúde humana freqüentemente vão parar em aterros sanitários comuns ou são queimados a céu aberto, sem os cuidados apropriados, quando não acabam literalmente sendo enviados para países em desenvolvimento.
“Só em 2006, foram vendidos 7 milhões de computadores. Se descartados sem controle num horizonte de até dez anos, essas máquinas podem implicar numa montanha de resíduos da ordem de 70 mil toneladas. Se houver contaminações, os custos para a sociedade brasileira podem ser incalculáveis”, conclui a diretora do CCE.
Saiba mais sobre quem ajuda e como você pode ajudar
Dell
A fabricante de computadores possui dois programas: um de inclusão digital, que recebe micros usados e os doa a centros comunitários (www.pensamentodigital.org.br) e outro de recolhimento de PCs antigos da marca (www.dell.com.br).
CDI
Organização não governamental que visa à inclusão digital. As máquinas a serem doadas devem ter processador Pentium II ou superior, HD de no mínimo 2 GB e memória RAM de no mínimo 64 MB. Caixas de som, hubs, impressoras, kits multimídia, modems, mouses, no-break, scanners e teclados são recebidos somente em bom estado (www.cdi.org.br)
CCE - Centro de Computação Eletrônica da USP
Tecnologia de informação com selo verde (www.cce.usp.br)
CETESB/ Mutirão Verde
Informações sobre como e onde descartar lixo eletrônico no estado de São Paulo. www.ambiente.sp.gov.br/mutiraodolixoeletronico/destino_lixo.htm
Fonte: Envolverde / *Mercado Ético.
PONTOS DE COLETA
Pilhas e baterias usadas/ lixo eletrônico
Estas informações indicam os pontos de coleta para auxiliar sobre o correto descarte de pilhas, baterias e materiais eletrônicos.
Conheça sobre a reciclagem de pilhas e baterias acessando o site: http://www.valvolandia.com.br/OBJ/openExtra.asp?extra=10
COLETA NACIONAL
Banco Real - Pontos de Atendimento mais Próximos - Nacional
http://webservices.maplink2.com.br/bancoreal/buscaEndereco.aspx
Drogaria São Paulo - Nacional
http://www.drogariasaopaulo.com.br/lojas.asp
Sony
http://www.sony.com.br/electronicos/inst_meioamb-sp_recolhimento.crp
Siemens
http://www.selecoes.com.br/revista_leia_aqui_artigo.asp?id=2441#topo
Nokia
http://www.nokia.com.br/A4523049
Motorola
http://www.motorola-rm.com/ecomoto/br/Oque.aspx
Claro
http://www.claro.com.br
Mundo Verde
http://www.mundoverde.com.br/2008/Loja.asp
SÃO PAULO
USP Recicla
http://www.poli.usp.br/recicla/midia/Coleta_de_Pilhas_e_Baterias2.pdf
ZF Sachs do Brasil
http://www.sachs.com.br/PO/Default.asp?pagina=0000000000.asp
Ecolmeia
http://www.ecolmeia.com/contato.htm
Instituto Triângulo
Link
Sucatas.com – Bairro da Lapa
http://www.sucatas.com/noticia378.shtml
Prefeitura Municipal de Caçapava
http://www.cacapava.com.br/final/noticias.aspx?id=2270
Fundação Bradesco Marília
http://www.tim.com.br
LOCAIS QUE ACEITAM A DOAÇÃO DE COMPUTADORES E PERIFÉRICOS USADOS PARA A MONTAGEM DE CENTROS DE INFORMÁTICA:
Oxigênio – http://www.oxigenio.org.br
A Oxigênio Desenvolvimento de Políticas Públicas e Sociais é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, constituída em 1988. Implantou o Centro de Recondicionamento de Computadores , localizado no Espaço Social Oxigênio em Guarulhos/SP. Tel: (11) 3051-3420.
CDI – http://www.cdisaopaulo.org.br
O Comitê para Democratização da Informática é uma organização não-governamental sem fins lucrativos que, desde 1995, desenvolve o trabalho pioneiro de promover a inclusão social utilizando a tecnologia da informação como um instrumento para a construção e o exercício da cidadania. Tel: (11) 3822-0970.
Meta Projeto - Acessa São Paulo
http://www.acessasp.sp.gov.br/html/modules/xt_conteudo/index.php?id=42
O MetaProjeto é uma inovação do Programa Acessa São Paulo, com o objetivo de servir como um espaço de oficinas para o público do Parque da Juventude na área de manutenção e montagem de computadores, experimentação e desenvolvimento de tecnologia, a partir de computadores reciclados. Tel: (11) 2221-1826.
ABRE – Associação Brasileira de Distribuição de Excedentes
http://www.abre-excedente.org.br
Recebe doações de diversos tipos de eletrônicos, como computadores e televisores e os distribui a entidades sociais. Tel: (11) 5052-0736.
INSTITUIÇÕES QUE POSSUEM BAZARES E ACEITAM DOAÇÕES DE OBJETOS ELETROELETRÔNICOS:
Centro Espírita Nosso Lar – Casas André Luiz - http://www.andreluiz.org.br
A instituição aceita todo o tipo de usados, desde televisores, computadores, videocassetes e celulares até cartuchos vazios de impressora e placas de computador, mesmo com defeito e produtos quebrados. Agenda com o doador a entrega. Válido para a Grande São Paulo. Tel: (11) 6459-7000.
Hospital Albert Einstein – http://www.einstein.br
O Hospital recebe cartuchos ou toners usados. Tel: (11) 3747-3580.
AACD – http://www.aacd.org.br
Recebe eletrodomésticos e eletroeletrônicos em condições de uso. Tel: (11) 5576-0811.
Associação PRÓ-HOPE - Apoio a Criança com Câncer – http://www.hope.org.br
Recebe eletrodomésticos e eletroeletrônicos em condições de uso. Tel: (11) 5087-7999
Fundação Dorina Nowill Para Cegos - http://www.fundacaodorina.org.br
Recebe eletroeletrônicos em condições de uso. Tel: (11) 5087-0977.
Exército da Salvação – http://www.exercitodesalvacao.org.br
Recebe eletrodomésticos e eletroeletrônicos em condições de uso. (11) 5562-2282
Museu do Computador – http://www.museudocomputador.com.br
Recebe doações de todos os equipamentos relacionados ao computador, além de telefones, máquinas de calcular, máquinas de escrever, video games, impressoras de todos os tipos e peças de computadores: teclado, monitores, mouse e fontes (mesmo sem funcionar). Tel: (11) 4666-7545
ESPÍRITO SANTO:
Shopping Vitória
http://www.shoppingvitoria.com.br/site/comercializacao.asp
SANTA CATARINA:
Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
http://www.acaojr.com.br/open.php?pk=35&fk=2&id_ses=8
Prefeitura de Passos Maia
Link
PARANÁ:
Prefeitura de Guaratuba
Link
RIO GRANDE DO SUL:
Banrisul
http://www.mp.rs.gov.br/imprensa/clipping/id74934.htm
RIO DE JANEIRO:
Prefeitura de Petrópolis
http://www.itaipavanews.com.br/?item=NTbfCJf514422
MINAS GERAIS:
Prefeitura de Inconfidentes
http://www.inconfidentes.mg.gov.br/noticiacp.php?codigo=14
Colégio dos Jesuítas
Link
TV Alterosa
Link
DISTRITO FEDERAL:
Fecomércio
http://portal.fecomerciodf.com.br/portal/noticias/article.php?storyid=1318
ACRE:
Comércio de Rio Branco
http://www.pagina20.com.br/09052004/c_0409052004.htm
Colabore com a lista enviando mais endereços de pontos de coleta que conhece para o e-mail: contato@ecolmeia.com
Fonte: Ecolméia.
5 de jan. de 2009
1 - “Eu preciso deste produto?” - Esta é a principal pergunta que devemos fazer para um consumo consciente. Afinal, quantas vezes compramos coisas que não precisamos? Um livro que não iremos ler, uma calça igual às outras tantas, um gadget novo ou um penduricalho em promoção. Muitas vezes compramos por comprar e às vezes só precisamos pensar um pouquinho para desistir. Afinal, comprar um notebook novo quando o antigo ainda serve muito bem não combina com um mundo mais sustentável.
2 - “Como este produto é feito?” - usa-se muita energia, água, matéria-prima, gera-se resíduos tóxicos ou desperdiça-se? Vem de países que usam mão-de-obra infantil ou escrava, que não permitem a liberdade de expressão? É produzido localmente? Explora produtores locais pagando-se preços irrisórios para aumentar a margem dos lucros? Muitas vezes a resposta de uma dessas perguntas é o suficiente para deixar de comprar o produto. Outras vezes o consumo é inevitável mas pelo menos sabe-se exatamente o custo ambiental e social de sua escolha.
3 - “Eu preciso de tantos?” - Muitas vezes exageramos na dose e compramos mais do que precisamos. Um pacote gigante de pão, mais bananas que podemos comer, canetas que nunca serão usadas ou roupas que ficarão encostadas.
4- “Existem alternativas?” - Procurar soluções alternativas pode evitar o consumo exagerado de produtos. Será que é possível usar fraldas reutilizáveis? Usar baterias recarregáveis é melhor que comprar baterias novas. Canecas de plástico substituem plásticos descartáveis. Livros e roupas usadas podem ser tão bons quantos novos. Se queremos viver em um mundo diferente, precisamos começar a procurar soluções diferentes para velhos problemas.
5- “Quanto vai durar este produto?” - checar a validade dos produtos para evitar ter que jogá-los fora sem consumí-los. Comprar roupas de tecidos melhores para evitar ter que comprar roupas novas. Pagar por um computador mais robusto e com configurações melhores para não ter que trocar no ano que vem. Ao se consumir, deve-se pensar no longo prazo e não somente nas necessidades imediatas.
6- “Como este produto é eliminado?” - como irei jogar fora este produto? Ele é reciclável, precisa de alguma providência especial? Se estou substituindo um produto, onde irei jogar o produto antigo? Esta pergunta que nos faz optar por papel no lugar de plástico, evitar comprar produtos embalados ou mesmo baterias novas.
No final das contas, o consumo consciente é o consumo mínimo. Não prego que não se deva comprar mas que se deve comprar somente o necessário. Pense nos últimos bens que vc comprou e se pergunte se eles eram realmente necessários ou foi só um ato impensado. O segredo é se acostumar tanto com estes questionamentos que eles se tornem automáticos. Passa-se a comprar irracionalmente de novo mas desta vez, um pouco mais conscientes.
====================
Este texto faz parte da Blogagem Coletiva sobre Consumo Consciente, organizada pela Sam Shiraishi.

"CAMPANHA DO INSTITUTO SOS RIOS DO BRASIL"
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