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16 de jul. de 2009

9 de jul. de 2009
O cenário atual mostra que, apesar dos esforços em investimento para o aprimoramento de profissionais, processos e equipamentos, pouco tem sido feito para controlar o impacto ambiental causado por efluentes originados desses serviços, as soluções Revelador + Fixador apresentam: hidroquinona, quinona, metol, tiossulfato de sódio, acido bórico, sulfito de sódio, entre outros todos em concentrações que acima das permitidas pelos órgãos reguladores.
Apesar de ser clara a legislação quanto às conseqüências da infração, os efluentes e os resíduos gerados pelos serviços de diagnóstico por imagem seguem em geral os seguintes caminhos: algumas instituições lançam todos os efluentes (fixador, revelador e água de lavagem) no meio ambiente, sem nenhum tratamento adequado. Outras instalam “mini estações de tratamento que alem de não tratar não possuem nenhum tipo de licença para funcionar, Outras vendem a solução de fixador a terceiros e lançam as soluções de revelador e de água de lavagem na rede de esgotos, sem nenhum tratamento.
Em todos estes exemplos as empresas estão cometendo crime ambiental que alem de multa pode acarretar na apreensão do responsável.
Se sua empresa esta agindo conforme um dos exemplos, a Futura Soluções Ambientais se apresenta como uma opção viável para este problema, pois possui todas as licenças necessárias para esse tipo de tratamento, tem mais de 15 anos nesse serviço, e hoje possui como seus clientes cerca de 80% do mercado do estado do Rio de Janeiro.
8 de jul. de 2009
Aneel estuda implantar modelo semelhante ao aplicado nas faturas de telefonia, estimulando os consumidores a usar energia em horários com desconto, para aliviar a carga nos momentos de pico, das 6h às 7h e das 18h às 21h
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estuda mudança na cobrança da conta de luz, o que vai baixar o preço do serviço. Mas a economia vai depender do consumidor. O modelo será semelhante ao das tarifas de telefonia, que têm preços diferenciados segundo os horários. Nos momentos de pico, o valor seria maior, para que os usuários aproveitassem descontos concedidos em outros horários. A área técnica da agência iniciou o estudo há dois anos. Mas a medida, para entrar em vigor, precisa passar por consulta pública e, depois, ser aprovada pelo Conselho Diretor da Aneel. Não há prazo para a implantação, e estima-se que isso só comece em dois ou três anos. A ideia é estimular a economia, aliviando o volume de carga nos piores horários, das 6h às 7h e das 18h às 21h. Diretora da Aneel, Joísa Campanher Dutra explicou que o modelo só funciona com medidores eletrônicos. Hoje, poucas distribuidoras têm o aparelho, que ainda é caro, por não ser produzido em larga escala. No Rio, a Ampla foi a primeira a adotar e enfrentou muitos protestos. A concessionária atualmente tem 300 mil dos 400 mil instalados, enquanto a Light tem 50 mil.“Esse tipo de faturamento já é aplicado na indústria”, explica o diretor de Relações Institucionais da Ampla, André Moragas. “Fica comprovado que o medidor eletrônico é um instrumento eficiente e que beneficia o consumidor. Nós já aplicamos um regime diferenciado de tarifas. Na Copa 2006, oferecemos duas horas grátis de energia para os adimplentes. Como promoção do Dia das Mães, o horário da novela das oito não foi tarifado para as consumidoras”, acrescenta.Para o diretor-técnico regulatório da Abradee (Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia), Fernando Maia, a proposta é oportuna. “O atual modelo tarifário tem 25 anos. A tarifa diferenciada trará eficiência energética e racionalidade. Com essa proposta, uma dona de casa vai preferir lavar a roupa na máquina pela manhã, e não à noite, durante a novela”, exemplifica.Portaria regulamenta medidoresO uso dos medidores eletrônicos, alvo de muita polêmica, foi finalmente regulamentado pelo Instituto de Metrologia (Inmetro), na Portaria nº 213, publicada na quinta-feira. “A Ampla foi a primeira a instalar, mas o equipamento já está sendo testado por outras companhias. É eficiente e também ajuda a combater os furtos”, disse Fernando Maia.Para as padarias que trabalham em baixa tensão, a cobrança diferenciada seria lucrativa. “A padaria não para. Se nos horários da madrugada houver desconto, teremos economia”, disse a gerente de padaria Luciene de Oliveira. Outra tecnologia que também deve ser implantada para reduzir as tarifas é o chamado PLC (Power Line Communication), que é a Internet pela rede elétrica.
POR LUCIENE BRAGA, RIO DE JANEIRO
7 de jul. de 2009

Local: Campus da Praia Vermelha da UFRJ - Avenida Pasteur, 250, Bairro da Urca, Rio de Janeiro, RJ
Data de início: 22/07/09
Data de término: 25/07/09
O VI Fórum Brasileiro de Educação Ambiental é um evento em âmbito nacional, promovido pela Rede Brasileira de Educação Ambiental (REBEA), coletivo que reúne mais de 40 redes de educação ambiental e educadores ambientais do país.O Coordenador do VI Fórum, o educador ambiental Declev Dib-Ferreira, estima a participação de mais de 5 mil participantes inscritos. Acontecerão, durante os 4 dias, cerca de 80 minicursos e oficinas, 10 mesas-redondas, 20 Jornadas Temáticas, Encontros paralelos, lançamentos de livros, show musicais, festivais de cinemas, apresentação de pôsteres, entre outros.Responsável pela organização da programação, construída coletivamente com os membros da Rebea, a educadora Jacqueline Guerreiro informa que este fórum terá algumas atrações extras, como o Espaço Ecumênico, o Espaço Semente e a presença de todas as Redes componentes da REBEA.O Fórum também se configurará como um espaço de diálogo entre a REBEA e demais redes ambientais, como a Rede Brasileira de Agendas 21 Locais (REBAL), Rede Brasileira de Informação Ambiental (REBIA) e a Rede de Salas Verdes.Todos os informes, inscrições, valores, inscrição de trabalhos podem ser feitos no site do evento, que será muito mais que um espaço de divulgação de informação, mas um espaço interativo, de discussões, trocas e permanente construção em prol da qualidade da educação ambiental brasileira.A Secretaria Executiva do evento está sob a responsabilidade do Instituto Baía de Guanabara (IBG):
URL do Evento: http://forumearebea.org
2 de jul. de 2009

Gerenciadores de Resíduos em Radiodiagnóstico Médico
Paulo Roberto M Coelho (SUVISA/SESDC-RJ)
INTRODUÇÃO: Sabidamente os Estabelecimentos Assistenciais de Saúde, em particular hospitais e clínicas, que atuam no radiodiagnóstico médico por via úmida, por essa característica são considerados potenciais poluidores do meio ambiente, podendo até mesmo causar degradação ambiental.
OBJETIVO: Conhecer os critérios de classificação e controle e as medidas a serem adotadas, localmente, pelos Gerenciadores de Resíduos envolvidos, para se adequarem aos procedimentos adotados pelo órgão ambiental responsável por essa monitoração.
MÉTODO: Realizamos uma pesquisa junto aos estabelecimentos de saúde do RJ, confrontando-os com os itens: 9, 10, 11 e 12 às folhas 11 do Roteiro de Inspeção em Radiodiagnóstico Médico, utilizado na SUVISA e que abrange o tema específico deste trabalho, para sabermos se os mesmos estavam operando de acordo com a RDC 306/04, observando também as normas ambientais estabelecidas, neste Estado, pelo INEA que substitui à anterior – FEEMA.
RESULTADO: As respostas obtidas, em sua maioria, são indicadoras de que quase a totalidade dos Estabelecimentos de Saúde não se apresenta com os conhecimentos necessários para proceder adequadamente sobre o assunto em questão, determinando que os mesmos estão funcionando sem a devida avaliação e controle adequados aos possíveis riscos ambientais, inerentes as suas atividades, junto a SUVISA e INEA.
CONCLUSÃO: Os EAS em questão, para regularizarem essa situação, devem proceder como se segue:
1) Reconhecer os parâmetros estabelecidos na RDC 306/04, no que trata de armazenamento temporário, criando suas áreas de expurgo a título de “Abrigo de Resíduos” e, observar no projeto a RDC 50/02.
2) Providenciar o cadastramento obrigatório, junto ao INEA, para todos os geradores, o qual será suficiente para quem não faz tratamento interno de seus resíduos.
3) No caso daqueles que realizam o tratamento interno, por Estações de Tratamento de qualquer magnitude, devem obter junto ao INEA a Licença Ambiental inerente a atividade realizada.
4) Preencher o formulário próprio do Sistema de Manifesto de Resíduos - INEA, um instrumento que permite ao Órgão conhecer e controlar a forma de destinação dada pelo gerador, transportador e receptor de resíduos. A partir de maio/09, totalmente informatizado, será recebido on-line, no ato da sua emissão.
O não cumprimento da legislação de Licenciamento Ambiental está sujeito às penalidades fixadas na Lei nº 3467, de 14 de setembro de 2000, que dispõe sobre as sanções administrativas derivadas de condutas lesivas ao meio ambiente.
Referências
RDC 306/04
Conama 358/05
http://www.inea.rj.gov.br/index/index.asp
1 de jul. de 2009
Deve-se antes abrir as janelas, assim que entrar no carro, sem ligar o Ar Condicionado. De acordo com pesquisas, o painel de instrumentos, assentos, tubagens de refrigeração emitem Benzeno, uma toxina causadora de cancro (carcinogéneo- note o cheiro a plástico quente dentro do carro). Além de poder causar cancro, envenena os ossos,causa anemia, reduz os Glóbulos Brancos. A exposição prolongada causará Leucemia, aumenta o risco de cancro e pode provocar abortos.
O nível interior aceitável de Benzeno é de 0,05 gr por cm2. Um carro estacionado no interior com as janelas fechadas contém 0,37- 0,74 mg de Benzeno. Se estacionado no exterior sob o Sol a uma temperatura superior a 16ºC, o nível de Benzeno ascenderá a 1.843,68 mg, 40 vezes superior ao nível aceitável... e as pessoas dentro do carro inevitavelmente inalarão uma quantidade excessiva de toxinas.
Deixe sair o ar quente interior antes que entre no carro. O Benzeno é uma toxina que afecta os Rins e Fígado e um material tóxico muito difícil de ser expelido pelo organismo.
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