Meio Ambiente e Sustentabilidade
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30 de abr. de 2010

Posted by Tiago Malta on 18:34 | No comments
Movimento geóide


Lá fora,
o mau cheiro do pólen.

Queimado pelo pavio da chaminé.
Construída pelo ego que destrói.

Que cessam as pétalas de bem-me-quer.

Arrancam o palmito
do tronco que chora.

Direitos Humanos?
Há esperança de melhora
em cinqüenta anos?

Com seu movimento geóide,
Sente uma dor pulmonar.

Pela combustão que explode,
Espera essa cratera sarar.


Ainda se ouve o tinir da esfera.
Conduzida pelo ego que destrói.

Que perturba o planeta Terra.

Lena Casas Novas - Da obra Incessante


Blog da Autora: http://blogdalenacasasnovas.blogspot.com/






12 de abr. de 2010

Posted by Pedro Malta on 10:08 in | No comments
12/04/2010 - 07h04




A tragédia de Niterói é apenas mais uma que não deveria ter ocorrido. Mas ocorreu e outras ocorrerão, diante da omissão da autoridade pública no país. Infelizmente, é apenas mais uma – e grande – de uma lista que pode crescer e com número ainda maior de vítimas.Primeiro de tudo é preciso fazer distinções. Essa tragédia aconteceria sem chuva, em algum momento. Ela era provavelmente iminente e foi apenas precipitada pelas chuvas. Não é, exatamente, uma tragédia humana decorrente de uma anomalia climática: chuvas mais intensas e volumosas que a média. É uma tragédia política. E uma tragédia ambiental.

É resultado de absurdo descuido ambiental e sanitário. Lixões a céu aberto são uma anomalia política. Simplesmente não deveriam existir mais. Lixão regulamentado por prefeituras é lixão. Igualzinho os lixões clandestinos. Eles contaminam o lençol freático, criam riscos graves à saúde pública e emitem metano, poderoso gás de efeito estufa. A única forma adequada de dispor o lixo é em aterros sanitários, depois da separação de todo material reutilizável, reciclável e de alta toxicidade. Aterros tecnicamente bem feitos, com adequada impermeabilização e isolamento e respeito aos limites de carga e segurança.

Seja lixão aterrado, seja aterro sanitário técnico, não é para construir habitações nesse terreno. Ele não tem consistência estrutural. É cediço. Vai ceder com o peso, mais cedo ou mais tarde. Ele já passa por um processo de acomodação permanente por causa de  alterações físico-químicas na massa de lixo. Nesses casos, não pode ser proibido proibir.

O tratamento adequado do lixo cria valor e reduz risco. O mal tratamento do lixo, mata. Não é preciso esperar a aprovação da lei de resíduos sólidos e a implementação do plano nacional de resíduos sólidos. Acabar com lixão é decisão que se impõe por razões morais, sanitárias, humanitárias, ambientais, climáticas e econômicas. O metano pode ser usado para gerar eletricidade e esse é um projeto que se enquadra no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, podendo gerar créditos de carbono. Já há um funcionando assim em São Paulo e outro no Rio de Janeiro. Podem atender ao consumo de eletricidade de perto de 300 mil pessoas cada um.

Para se ter uma idéia do tamanho do problema, o IBGE informa, em seus indicadores de desenvolvimento sustentável, que em 2000, o Brasil coletava 230 mil toneladas de lixo comercial e residencial. Destes, 59,5% iam para lixões. Vários levantamentos, em locais diferentes do país, indicam que menos de 20%, em média, do lixo reutilizável e reciclável, é, de fato, reutilizado e reciclado. A maior parte é inutilizada ao ser enterrada nos lixões a céu aberto. E não imaginem que a situação nos estados mais ricos é melhor. Isso não tem a ver com a riqueza dos estados, tem a ver com a pobreza da política. O índice de tratamento inadequado de lixo em São Paulo, em 2000, era de 57,6% e o do Rio de Janeiro, de 54,1%, muito pouco abaixo da média. Em Minas Gerais, era de 62%, acima da média nacional. Santa Catarina tinha a melhor marca, de 46,3%, ainda assim, escandalosamente alta. O Rio Grande do Sul ficava um pouco abaixo da média, com 50,4% e o Paraná, ligeiramente acima, com 61%. Em resumo, um vício nacional. Isso há 10 anos. Deve ter piorado: certamente aumentou a tonelagem de lixo recolhida e não aumentou proporcionalmente a parcela que é adequadamente disposta.

Precisa apenas bom senso e sentido de responsabilidade social para saber que não se pode construir moradias, ainda mais com processos construtivos precários, em cima de lixões ou em encostas. O que aconteceu no morro do Bumba, em Niterói, é apenas inaceitável. Era um monte de lixo, um lixão desativado em 1986, sobre o qual, como conta Míriam Leitão, em seu blog, jogaram uma fina camada de terra, para espantar os urubus.

O prefeito, Jorge Silveira (PDT-RJ), em entrevista ao Bom Dia Rio, disse que, no seu primeiro mandato, viu começar a ocupação do Bumba. Ele sabia que tinha sido um lixão, mas havia sido informado que era velho, estava consolidado e que lhe tinham dito que não havia problema. Era óbvio que tinha problema.

Vejam só. Foi complacente com uma ocupação irregular, de um terreno sob o qual havia um lixão. E aceitou a informação de que não havia risco. Certamente não consultou os engenheiros e urbanistas da Universidade Federal Fluminense, que lhe teriam informado que havia risco, sim. No seu segundo mandato, já havia alertas e diagnósticos sobre o risco daquela ocupação. Ela já havia aumentado muito e ele continuou sendo complacente e displicente. No terceiro mandato, assistiu à tragédia humana pela qual foi, em boa parte, responsável. Disse que, nessas situações sempre se procura um culpado e que ele, então aceita, como prefeito ser responsabilizado. Não é porque a imprensa e a opinião pública procuram culpados que ele é responsável. É responsável pelas decisões que tomou e pelas que não tomou.

Perguntado porque não providenciou a relocalização daquela população, o prefeito foi vago. Mas dava para perceber duas idéias: as pessoas não querem sair daqueles lugares e não dá para forçar.

Não querem porque não lhes é oferecida alternativa: moradia digna com serviços urbanos e transporte. Obrigação mínima de qualquer autoridade pública. O governo federal, todos os governos estaduais e as prefeituras das maiores cidades prometem habitação popular nas campanhas e constroem casas populares – menos do que prometem – mas sempre constroem. Mas essas casas são distribuídas por critérios políticos. Não porque fazem parte de uma política urbana estratégica, de desabitar áreas de risco e de eliminar moradias precárias. Essas populações, que são as verdadeiramente necessitadas, nunca são atendidas. Não são vítimas de sua própria teimosia. Não são vítimas do ambiente, nem do clima. São vítimas da má política. Eu vi, na televisão, vários depoimentos sobre pessoas que morreram e que estavam se preparando para deixar as casas, porque sabiam do risco. Houve, até, o caso de uma senhora, que deixou sua casa no topo do morro, por causa do risco de desabamento e alugou outra ao pé do morro. Morreu soterrada. Não teve orientação, nem alternativa.

Os problemas urbanos e ambientais do Brasil todos têm solução conhecida. As áreas de risco estão identificadas. Os erros de gestão já foram apontados reiteradamente, pelos especialistas e pela imprensa. Os riscos futuros mais evidentes, relativos à mudança climática, já foram definidos. Não há razão para não agir.

Há muito clientelismo na origem das omissões das autoridades. No Brasil, a política urbana sempre esteve a cargo de políticos clientelistas, em todos os níveis. Sempre fez parte do loteamento político. Por isso o Geddel Vieira Lima era o ministro da área e pode, segundo o Tribunal de Contas da União enviar 64% das verbas para prevenção e preparação para desastres para seu estado, a Bahia. Elas devem pavimentar sua campanha para governador. Se ele tiver chance de vitória, talvez a alocação tenha sido premonitória.

O presidente Lula chamou de irresponsáveis aqueles que disseram ter havido essa concentração indevida de recursos na Bahia e que o Rio só levou 0,9% dessa parte do orçamento. Irresponsável é não verificar, não punir e ainda justificar o uso clientelista de um recurso que já é pouco e se torna cada vez mais estratégico. O TCU foi mais que responsável, cumpriu sua obrigação constitucional. A imprensa que divulgou seu relatório fez o que tem que fazer, tornar público o que se quer esconder.

Há, também, demagogia em parte do movimento social que desconsidera os riscos e defende a permanência da população em áreas inadequadas, como se fosse um direito. Não é. Quando há risco, a ocupação deve ser vedada e isso é da obrigação democrática dos governantes. A população tem direito a boas políticas, não à maquilagem ou a formalização do irregular e do informal, desconsiderando o risco e o bem estar coletivo.

As honrosas e ocasionais exceções de ações urbanas de qualidade e de medidas preventivas que existem, em uma ou outra cidade, servem de ilustração para o que pode ser feito.

Parece complicado, mas é simples. Complicado é aceitar essa degradação absoluta de nossa cultura política, a perda completa da noção de gestão planejada, o abandono total das rotinas de manutenção de equipamentos urbanos críticos e a imprevidência e complacência generalizada das autoridades. O Brasil vive hoje uma extensa patologia política, esta sim muito difícil de curar. Não é bom fingir que nossa democracia vai bem. Ela vai muito mal e isso é um risco para a democracia e para o bem estar coletivo.



Por Sérgio Abranches, do Portal Ecopolítica
(Envolverde/Ecopolítica)
© Copyleft - É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

26 de mar. de 2010

Posted by Pedro Malta on 14:33 in , | No comments
Programação oficial da cidade maravilhosa.

Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, primeira cidade a aderir, acontece o evento oficial da Hora do Planeta 2010, no Jardim Botânico. A solenidade contará com a presença do ministro do Meio Ambiente Carlos Minc e do prefeito Eduardo Paes, que desligarão o interruptor simbólico das luzes da cidade maravilhosa. O grupo de dança Lumina  fará apresentação para os convidados.

Fora do Jardim Botânico, muitas outras atividades vão acontecer para celebrar a Hora do Planeta com o apagar das luzes da orla de Copacabana, Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Fiocruz, Jockey Club, Arpoador e Monumento dos Pracinhas. Na Lagoa Rodrigo de Freitas, acontecerá uma vigília à luz de velas e os restaurantes Zazá Bistrô, Via Sete e Restô Ipanema  terão pratos, promoções e até decoração especiais para a noite.

No Sesc Madureira e Tijuca, dois espetáculos de teatro temáticos serão apresentados à meia luz. Já a Fundação Planetário, na Gávea, convida os visitantes para uma Observação do Céu gratuita. O hotel Marina e a rede Hotels Internacional também estão com programações especiais.  Como o esporte não poderia faltar no Rio de Janeiro, a acadêmia Cia Athletica irá realizar um aulão de spinning à luz de velas.

17 de mar. de 2010

Posted by Pedro Malta on 15:36 in , | No comments
A descoberta de petróleo no pré sal é realmente algo bom ??




Iniciei o texto com esta pergunta para que você leitor seja levado a indagar sobre o que vai mudar na sua vida já que o preço da gasolina que você paga aqui no Brasil, certamente não vai diminuir.



É verdade que esta descoberta é um grande incentivo a economia do país, mas ver uma manifestação desta magnitude para saber quem vai ficar com o dinheiro de combustíveis fosseis realmente me desanima um pouco afinal de contas todos sabemos que esse tipo de tecnologia tem ligação com os níveis de poluição em que se encontra o planeta e com o aquecimento global que de certa maneira ameaça a vida no planeta.



Seria muito mais louvável e até mais sustentável fazer uma manifestação dessas não pelos royalties do pré-sal e sim pelo aumento da malha ferroviária, ou pela diminuição e controle das queimadas.



Essa "luta" só serve pra demonstrar que somos mercenários e só nos importamos com dinheiro, que nosso comprometimento com o meio ambiente fica dentro da carteira atrás dos cartões de credito.



Espero que independente de com quem fique os royalties do pré-sal, faça um bom uso desse dinheiro, utilize em pro da qualidade de vida dos brasileiros, utilize na introdução e desenvolvimento de tecnologias sustentáveis no nosso país, faça valer a pena toda poluição que será gerada com esse consumo.

15 de mar. de 2010

Posted by Pedro Malta on 14:43 in , | No comments
Antes de decidir não tomar a vacina contra a gripe H1N1, considere o seguinte:

1. como se trata de uma variedade nova, é muito fácil pegar o H1N1 se vc entrar em contato com alguém doente;

2. um número alto de pessoas menores de 65 anos são hospitalizadas devido à piora dos sintomas;

3. você pode até sobreviver à H1N1 mas vc poderá contaminará outras pessoas que não terão esta sorte.

Ao imunizar-se com a vacina H1N1, você não só evita ficar gripado mas também ajuda a proteger as pessoas que você conhece. Ao não tomar a vacina, você arrisca contaminar alguém sensível ao H1N1! 

Quem é sensível ao H1N1? Grávidas, crianças e pessoas com doenças crônicas. Conhece alguém que se encaixe nestas categorias? Conhece alguém que conhece alguém que se encaixe nestas categorias? As chances de uma família inteira pegar o H1N1 se UMA pessoa pegar a doença são altíssimas!

VACINE-SE: ao SE proteger, você protege quem você AMA.

Grávidas infectadas com o H1N1 têm DEZ vezes mais chances de ser hospitalizadas que uma pessoa normal.

Se você pensa que não deve ser vacinado porque a H1N1 "não mata mais o que a gripe normal", pense de outra forma: talvez devêssemos nos vacinar contra a gripe normal também.. Certamente o número de vítimas da seria menor.

EFEITOS COLATERAIS

É possível que você sofra efeitos colaterais leves após receber a vacina, como dores musculares, febre ou reações alérgicas. Também é possível que você acabe respirando com a ajuda de aparelhos ou até morrer após se infectar com o H1N1. 

O risco de efeitos colaterais não é ZERO. É possível que ocorram efeitos na ordem de um em um milhão. Atualmente acredita-se que estas vacinas são tão seguras quanto as vacinas de gripe que usamos ano a ano. Lembrem-se NÃO estamos mais em 1976, os adjuvantes usados nas vacinas NÃO são tóxicos nas quantidades utilizadas. Além disso, estas vacinas já foram usadas no Hemisfério Norte sem fortes evidências de toxicidade.

PENSE os riscos antes e tomar uma decisão.

LEMBRE-SE ainda que vacinado, ainda há um risco de se infectar com o H1N1!

10 de mar. de 2010

Posted by Pedro Malta on 09:10 | No comments
Começou no da 9 de março, no Riocentro, a Olimpíada do Conhecimento 2010, a maior competição de educação profissional das Américas, realizada pelo SENAI.

A Olimpíada do Conhecimento 2010 tem como objetivo expor o talento de jovens estudantes e premiar os alunos que mais se destacam. Os melhores colocados têm a oportunidade de participar do WorldSkills 2011, o mais importante torneio internacional de educação profissional, onde o Brasil tem se destacado sempre.

Além da competição em si a Olimpíada do Conhecimento é uma das principais vitrines profissionais do Brasil, incentivando o desenvolvimento de competências e ensinando os alunos a superar desafios, aproximando-os da realidade do mercado de trabalho e do ambiente industrial.

A Olimpíada do Conhecimento é aberta ao público, que pode assistir palestras, acompanhar exposições, visitar programas do SESI, e até fazer cursos rápidos.

A Olimpíada do Conhecimento 2010 reúne 562 estudantes competindo em 41 ocupações industriais e 5 dos setores de comércio e serviços.

Você pode conferir a Olimpíada do Conhecimento 2010 pessoalmente no Riocentro, na Barra da Tijuca, até o dia 14 de março.

E como não podia deixar de ser as Olimpíadas do conhecimento terão um numero enorme de trabalhos voltados para o meio ambiente e isso já pode ser notado desde a sua organização, a Firjan fará a compensação das emissões de carbono através do programa Cultivar, que prevê o plantio e preservação de 1 milhão de árvores no Rio de Janeiro”, explica Ivan Mello e Silva, especialista da diretoria de Inovação e Meio Ambiente da Firjan. O programa conta com o apoio de alunos da rede SESI/SENAI e estudantes da rede pública de ensino.

Além do inventário de emissões de carbono, duas ações de gestão ambiental estão sendo realizadas na Olimpíada. A coleta seletiva de resíduos dispõe de 600 jogos coloridos para destinação correta de vidro, metais, plástico, papel e não recicláveis. Todo o material será enviado para a Cooperativa Central de Coleta Seletiva (CATA), de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. A associação é parceira antiga da Firjan em ações ambientais.

Alunos que levarem pilhas ao Riocentro ganharão livros didáticos. Cinco unidades valem kits com publicações editadas pelo SENAI. A partir desta quarta-feira, os dados de emissões de carbono serão divulgados através de painéis instalados em pontos estratégicos da maior competição de educação profissional das Américas.


                                                          modalidades de competição

8 de mar. de 2010

Posted by Pedro Malta on 13:38 in | No comments

Hoje é o dia internacional da mulher, e nós queremos desejar a todas um otimo dia, mes, ano, VIDA, não é a toa que falamos em mãe natureza pois, a natureza tem todas as caracteristicas de uma mulher ou seria o contrario.


É bela, é forte e ainda assim é meiga.


É enérgica, é calma e acima de tudo é serena.


É amorosa, é apaixonada, é mãe.


Parabéns mulheres.

5 de mar. de 2010

Posted by Pedro Malta on 09:31 in , , , , | No comments



Rio de Janeiro é a cidade-sede nacional do evento, que, em 2009, reuniu mais de 4000 cidades no mundo todo.
Rio de Janeiro, 03 de março de 2010. O WWF-Brasil anunciou hoje, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, o lançamento da Hora do Planeta 2010, movimento mundial de alerta contra o aquecimento global. Em sua segunda edição no Brasil, o evento, conhecido globalmente como Earth Hour, ocorrerá em 27 de março, das 20h30 às 21h30, e terá o Rio de Janeiro como cidade-sede nacional.
Além do Cristo Redentor e da Praia de Copacabana, que tiveram suas luzes apagadas em 2009, a Prefeitura Rio do Janeiro também irá desligar os refletores do Arpoador e da Igreja Nossa Senhora da Penha, levando o evento para a Zona Norte da cidade. A Prefeitura também contatará o Exército para incluir o Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, na lista dos ícones cariocas que participarão da Hora do Planeta. Além desses, também já estão confirmadas as participações do morro do Pão de Açúcar, da Fiocruz – Fundação Oswaldo Cruz - e do Jockey Club Brasileiro. Além de desligar monumentos da cidade, a prefeitura vai envolver a Secretaria Municipal de Educação, levando a mensagem da Hora do Planeta para mais de 800 mil crianças de cerca de mil escolas da rede municipal de ensino.
Com o patrocínio da Coca-Cola Brasil, do HSBC, da TIM e do Walmart Brasil, a Hora do Planeta, e pretende contar com a adesão de mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Durante o lançamento, o Secretário Municipal de Conservação e Serviços Públicos do Rio de Janeiro, Carlos Roberto Osório, que representou o prefeito Eduardo Paes, anunciou quais monumentos cariocas serão apagados na noite da Hora do Planeta e transmitiu o entusiasmo do Prefeito com a escolha, por mais uma vez, do Rio como cidade-sede do evento no País. “O Rio vai se envolver tremendamente na Hora do Planeta. Queremos bater recordes e ser uma das cidades com mais adesões em todo o mundo; vamos dar um show”, adianta o secretário, acrescentando que o Rio tem como objetivo se firmar enquanto líder, para o País e para a América do Sul, na questão da sustentabilidade. 
Para o País, a expectativa do WWF-Brasil é de aumentar o número de 113 cidades que aderiram à Hora do Planeta em 2009. Segundo Álvaro de Souza, presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil, “a intenção do ato simbólico de apagar as luzes ajuda a criar uma verdadeira onda de conscientização e mobilização da sociedade em relação ao aquecimento global. Só não vê as mudanças climáticas quem não quer. O planeta e o clima estão mudando, e por nossa culpa. Soluções sustentáveis a longo prazo devem ser tomadas e efetivamente implementadas. Isso é responsabilidade de todos”, alerta Álvaro de Souza.
O apoio do governo federal à Hora do Planeta foi confirmado por meio de depoimento em vídeo do Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Segundo ele, a iniciativa faz parte do Plano de Mudanças Climáticas do Ministério. “Um simples gesto de desligar pode acender uma luz de alerta para o planeta”, disse o Ministro.
Na ocasião, o WWF-Brasil apresentou a campanha publicitária desenvolvida voluntariamente pela agência Leo Burnett, que consta do filme “Superpoderes”, peças impressas e spots de rádios. A veiculação da campanha será teve início nesta semana e em breve estará nos principais meios de comunicação de massa do País.
Além do presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil, Álvaro de Souza, do Secretário Municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório, e da Secretária-Geral do WWF-Brasil, Denise Hamú, também participaram da solenidade os representantes dos patrocinadores da Hora do Planeta no Brasil - Marco Simões, vice-presidente de comunicação e sustentabilidade da Coca-Cola Brasil; Mauricio Bacellar, diretor de Comunicação e Sustentabilidade da TIM; Fernando Moreira, CEO do HSBC Seguros (Brasil) S.A.; e Christianne Urioste, diretora de Sustentabilidade do Walmart Brasil –, que falaram sobre as ações que suas empresas desenvolverão para a Hora do Planeta (abaixo).
No Ano Internacional da Biodiversidade, o objetivo da Hora do Planeta no Brasil é conscientizar a sociedade sobre a importância da conservação e recuperação das matas, florestas e recursos hídricos nacionais como forma de proteção e adaptação contra as mudanças climáticas, bem como para reduzir emissões de gases do efeito estufa causadas pelo desmatamento.  
Em 2009, milhões de brasileiros apagaram suas luzes e mostraram sua preocupação com o aquecimento global. No total, 113 cidades do País, incluindo 13 capitais, participaram da Hora do Planeta no ano passado. Ícones como o Cristo Redentor, a Ponte Estaiada, o Congresso Nacional e o Teatro Amazonas ficaram no escuro por sessenta minutos. No mundo, 4088 cidades de 88 países aderiram ao movimento na última edição.
A mobilização para o evento já começou, por meio do site www.horadoplaneta.org.br, onde cidadãos, empresas e organizações brasileiras podem fazer seu cadastro, deixar seu comentário e obter mais informações sobre o movimento. O WWF-Brasil também já está em contato com as principais capitais e cidades brasileiras para a realização do evento.
“A Hora do Planeta é um movimento de todos nós. Ela une cidades, empresas e indivíduos para demonstrar às lideranças mundiais - e, principalmente, para mostrar uns aos outros - que queremos uma solução contra o aquecimento global. É uma oportunidade única para nós, brasileiros, de nos unirmos com a comunidade global em uma única voz para combater as mudanças climáticas”, acrescenta Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.
O lançamento mundial da Hora do Planeta 2010 ocorreu em Chengdu – primeira cidade da China a assumir o compromisso de apagar as luzes no dia 27 de março – e cidade natal da ursa panda Mei Lan, Embaixadora Mundial do movimento. Os pandas gigantes, símbolos da Rede WWF, habitam Chengdu há mais de 8 milhões de anos. O papel de Mei Lan como embaixadora poderá ser acompanhado pelos sites www.twitter.com/earthourwww.earthhour.org. 
Patrocinadores da Hora do Planeta no Brasil
Neste ano, o WWF-Brasil conseguiu o apoio de quatro grandes empresas como patrocinadores. Coca-Cola Brasil, HSBC, Tim e Walmart Brasil, se comprometeram com a promoção da Hora do Planeta, realizando eventos, campanhas de conscientização e ações de comunicação para diferentes públicos.
Coca-Cola Brasil - A sustentabilidade é um compromisso para Coca-Cola Brasil, refletindo na forma como a empresa e seus 16 fabricantes, além de Del Valle e Leão Junior, lidam com pessoas e com o meio ambiente. Como patrocinadora do maior movimento mundial de conscientização contra o Aquecimento Global, a Coca-Cola Brasil irá realizar o evento Nacional da Campanha Hora do Planeta 2010 na cidade do Rio de Janeiro. Ela reunirá parceiros, funcionários, políticos e personalidades para, juntos, apagarem as luzes por uma hora em prol de um mundo mais sustentável e consciente.

HSBC - O HSBC atua de maneira alinhada com os princípios da sustentabilidade em todos  os  86  países  em que se faz presente. Significa gerenciar seus negócios buscando perenidade e sucesso  financeiro em longo prazo, colaborando para o desenvolvimento social e econômico das comunidades onde está presente e para a conservação  do  Meio Ambiente. Para a Hora do Planeta, o HSBC pretende juntar esforços e a participação de colaboradores, fornecedores e clientes como forma de alertar as pessoas para a questão do aquecimento global.

TIM - A TIM decidiu ir além do patrocínio e colocou a sua infraestrutura de comunicação a serviço da Hora do Planeta. A empresa preparou uma campanha de mobilização com três ondas de mensagens de texto (SMS) convidando 14 milhões de seus clientes a aderirem ao movimento. Além disso, a operadora – que, no fim de 2009, foi listada pelo segundo ano consecutivo no Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bolsa de Valores de São Paulo – também utilizará seu site e perfil no Twitter para mobilizar clientes, direcioná-los para o hotsite da Hora do Planeta e fazer a contagem regressiva para o Dia D.

Walmart Brasil - O Walmart Brasil vai apagar os letreiros, fachadas e áreas administrativas de suas 436 lojas no Brasil durante a Hora do Planeta. Além disso, vai reduzir a iluminação da área de venda das unidades em 30% e estimular que seus 80.000 funcionários apaguem as lâmpadas de suas residências no período. Para os clientes, a divulgação da Hora do Planeta será feita por meio das TVs e rádios das lojas físicas e de hotsite na loja virtual www.walmart.com.br. 

Sobre a Hora do Planeta
A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas.  No sábado, dia 27 de março de 2010, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global. Na primeira edição, realizada em 2007 na Austrália, 2 milhões de pessoas desligaram suas luzes. Em 2008, mais de 50 milhões de pessoas de todas as partes do mundo aderiram à ação. Em 2009, quando o WWF-Brasil realizou pela primeira vez a Hora do Planeta no Brasil, quase 1 bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram suas luzes.

Sobre o WWF-Brasil
O WWF-Brasil é uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Informações Adicionais
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