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Basta ligar para o número de telefone que consta
mais abaixo, fazer um cadastro e o serviço de assistência social dos Bombeiros,
confirmará as informações, dando prosseguimento para o pleno
atendimento.
Basta ligar e fazer o cadastro do paciente, o transporte é para pacientes de: hemodiálise, quimioterapia e radioterapia.
Uma ambulância pegará o paciente em casa, levará até o hospital para o tratamento, e retornará para casa.
O telefone é do quartel de bombeiros do Maracanã - (21) 2334-2234 ou pelo 0800 285 0192
Vamos repassar para que as pessoas que precisam possam utilizar este serviço.

Pesquisadores do Lincoln Lab do MIT (Massachusetts Institute of Technology) desenvolveram uma droga com tecnologia capaz de curar quase todas as doenças causadas por vírus, do resfriado comum ao H1N1.
A nova droga criada pelo MIT, chamada DRACO (Double-stranded RNA-Activated Caspase Oligomerizer) ataca as células infectadas e mata, trabalhando especificamente em particular no RNA.
DRACO induz seletivamente a apoptose, um suicídio celular, em células que contenham qualquer vírus DSRNA (bicatenários), o que provoca a rápida morte das células infectadas sem causar quaisquer danos às saudáveis.
Como conseqüência dessa seletividade, DRACO seria capaz de curar de forma efetiva praticamente todos os vírus ARN bicatenários. Ademais, faria de forma rápida e com pouco dano colateral para o paciente. Em tal sentido, consideremos que na atualidade para cada vírus corresponde um medicamento antiviral, o que é ineficiente e terrível, sobretudo ante o aparecimento de novos vírus. Por verdade, devemos somar a este novo medicamento a recente descoberta de um anticorpo que pode curar todos os vírus da gripe.
“Em teoria, ele deve trabalhar contra todos os vírus”, diz Todd Rider, um cientista sênior no Chemical Lincoln Laboratory.
É uma tecnologia avançada e de amplo espectro, ela poderia também ser usado para combater surtos de novos vírus.
A nova terapia até agora teve efeito contra 15 vírus, incluindo o resfriado comum, dengue, um vírus pólio, um vírus estomacal e vários tipos de febre hemorrágica. Talvez o vírus mais importante que a equipe pesquisou foi o da gripe H1N1. Países como o Brasil que sofrem anos a fio com epidemias de dengue poderiam ter benefícios imensuráveis.
Pesquisadores do MIT comentam sobre DRACO, dizendo:
“DRACO tem o potencial para revolucionar o tratamento e a prevenção de praticamente todas as doenças virais, incluindo tudo, desde o resfriado comum ao Ebola”.
Basicamente a droga funciona da seguinte forma: quando uma das extremidades do DRACO liga a DSRNA, sinaliza a outra extremidade do DRACO para iniciar a apoptose, (suicídio celular programado) matando as células antes que um vírus qualquer tenha chance de replicar.
O tratamento de amplo espectro é projetado para acionar o suicídio celular em células que foram invadidas por qualquer vírus, assim, travando a infecção, deixando as células saudáveis sozinhas.
DRACO curou completamente camundongos infectados com o vírus gripe H1N1 em laboratório, um grande passo.
“Esperamos que ele possa até ser útil contra surtos de novos vírus ou mutação, como a SARS 2003 [síndrome respiratória aguda grave] “.
DRACO é uma droga de metas seletiva, no sentido de que se concentra exclusivamente sobre as células que abrigam o vírus, deixando os tecidos saudáveis na área que não foi afetada, livre de danos significativos.
Assim que todas as atividades deste novo medicamento forem confirmadas em novos testes que estão sendo realizados pelo MIT, teremos aqui, com certeza, uma revolução.

Após a realização de um estudo onde foram analisadas as emissões de CO2 de três atividades efetuadas por utilizadores de internet, e-mail e transferências de dados a partir de um dispositivo USB, a Arobase tenta com isso abrir um debate para esta questão.
Os dados disponibilizados mostram que as tecnologias de informações e comunicações são responsáveis por 2% das emissões de CO2. Mas você deve estar se perguntando como que a empresa fez para chegar a esse resultado; é o que tentaremos explicar.
A Arobase levou em conta que na França em média, cada trabalhador de uma empresa com cerca de 100 colaboradores, receba cerca de 58 mensagens e envia 33, o que segundo a companhia gera cerca de 136 quilos de CO2 por ano por servidor. Neste estudo está incluído a energia consumida pelos computadores, assim como os dados que fazem a gestão do tráfego. Sendo assim, concluiu que se a empresa conseguir reduzir em 10% o número de mensagens de correio numa empresa com 100 colaboradores, isso levaria a redução de uma tonelada de emissão de CO2 por ano, já outro fator neste estudo a se ter em conta, é a impressão das mensagens recebidas.
Entre as pesquisas online, as contas são realizadas atribuindo uma média de 949 buscas online por ano a cada internauta, ou seja, o equivalente a emissão de 9,9 quilos de CO2 por cada um dos utilizadores desta ferramenta. Na conclusão nesta área, o estudo recomenda que sejam usadas palavras chaves concretas nas buscas, para com isso, ter uma redução de cinco quilos por ano na emissão de CO2 por usuário.
Já a utilização do dispositivo USB para a transferência de arquivos; o estudo analisou várias hipóteses, entre elas, a descarga de apenas um documento de 200 páginas e a leitura do mesmo, isso para cada 100 pessoas, que tenham assistido a uma conferência. Nesse caso, as emissões relacionadas com a ação seriam ao equivalente a 80 quilos de CO2 lançados na atmosfera.
A companhia de estudos Arobase, considera este estudo muito importante para mostrar que uma atividade considerada “limpa” por muitos usuários tem os seus custos com o ambiente e assim cabe a nós ajudar a melhorar.
