Os Resíduos de
Equipamentos Elétricos Eletrônicos (REEE) também chamados popularmente no
Brasil de “lixo eletrônico”, “lixo
tecnológico” ou e-lixo e que no exterior são chamados de WEEE (Waste Electrical
and Electronic Equipment), ou e-Waste.
Esses materiais oriundos
de diversos tipos de aparelhos e equipamentos eletroeletrônicos contem muitos
componentes considerados tóxicos e não biodegradáveis, que quando não são
descartados corretamente acabam oferecendo risco às pessoas e ao meio ambiente
como um todo.
Existem diversas
classificações para os REEE a mais comum é a que engloba todos os componentes e
equipamentos que precisam de energia para seu funcionamento ou que geram/armazenam
energia, esses materiais ao termino de sua vida útil precisam ser destinados de
maneira diferente do popular lixo comum, precisam passar por um tratamento
especializado evitando danos aos seres humanos e ao meio ambiente.
Diversas empresas e
organizações surgiram com o intuito de dar a correta destinação para esses
materiais, atendendo assim a Política Nacional de Resíduos Sólidos que obriga
fabricantes, comerciantes e inclusive usuários a dar uma destinação correta
para esse tipo de material.
O rápido avanço da
tecnologia, a diminuição do custo de aquisição, a obsolescência programada entre
outros fatores levam anualmente à substituição de milhões de aparelhos,
resultando em um crescimento deste problema em todo o mundo.
Diferente do que se
divulga nem todo REEE pode ser reciclado e muitos componentes precisam passar
por tratamentos específicos para evitar danos ao meio ambiente, atualmente no
Brasil muito se fala sobre a reciclagem das “sucatas eletrônicas” pessoas,
lojas e industrias tem cada vez mais se interessado pelo assunto, seja para
atender a legislação, seja para assumir uma postura mais consciente ou para
gerar renda.
Neste contexto a logística
reversa de REEE é a única alternativa viável, devido ao custo de todo o processo,
que inclui o tratamento de diversos materiais que não poderão ser reciclados, a
tendência é que haja a cobrança pela coleta e retirada do lixo eletrônico,
realidade que ainda não é comum uma vez que sucateiros e ferros velhos que não
fazem o tratamento de todo o material e retiram apenas o que tem valor e seguem
descartando o restante em terrenos e vias ainda são encontrados trabalhando
livremente pelos grandes centros.
Serão necessários ainda
alguns anos para que nossa sociedade venha a adquirir uma forma mais consciente
de descartar os seus resíduos como um todo, entretanto estamos melhorando a
cada dia.
Para saber mais acesse na integra a Lei 12.305, de agosto de 2010.





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