Meio Ambiente e Sustentabilidade
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21 de set. de 2020

Posted by Pedro Malta on 14:17 in , , , | No comments
O nível de produção de lixo eletrônico global deverá alcançar 120 milhões de toneladas ao ano em 2050 se as tendências atuais permanecerem, de acordo com relatório da Plataforma para Aceleração da Economia Circular (PACE) e da Coalizão das Nações Unidas sobre Lixo Eletrônico, divulgado em Davos, Suíça, na quinta-feira (24).






No relatório, membros da PACE e da Coalizão da ONU sobre Lixo Eletrônico, incluindo a ONU Meio Ambiente, pedem uma inspeção do sistema atual de eletrônicos, enfatizando a necessidade de uma economia circular na qual recursos não sejam extraídos, usados e descartados, mas avaliados e reutilizados de maneira que minimize impactos ambientais e crie empregos decentes e sustentáveis.




O nível de produção de lixo eletrônico global deverá alcançar 120 milhões de toneladas ao ano em 2050 se as tendências atuais permanecerem, de acordo com relatório da Plataforma para Aceleração da Economia Circular (PACE) e da Coalizão das Nações Unidas sobre Lixo Eletrônico, divulgado em Davos, Suíça, na quinta-feira (24).

O relatório revela o valor anual de lixo eletrônico global como superior a 62,5 bilhões de dólares, mais que o PIB de muitos países. Mais de 44 milhões de toneladas de lixo eletrônico e elétrico foram produzidas globalmente em 2017 – equivalente a mais de 6 quilos para cada habitante do planeta. Isto é o equivalente ao peso de todos os aviões comerciais já produzidos.

Menos de 20% do lixo eletrônico é formalmente reciclado, com os 80% restantes indo para aterros ou sendo informalmente reciclados – em grande parte manualmente em países em desenvolvimento, expondo trabalhadores a substâncias perigosas e cancerígenas como mercúrio, chumbo e cádmio. A presença de lixo eletrônico em aterros contamina o solo e os lençóis freáticos, colocando em risco sistemas de fornecimento de alimentos e recursos hídricos.

De acordo com o relatório, além de impactos à saúde e poluição, gestão imprópria de lixo eletrônico está resultando em uma perda significativa de materiais brutos escassos e valiosos, como ouro, platina, cobalto e elementos terrestres raros. Até 7% do ouro do mundo podem estar atualmente em lixo eletrônico, com 100 vezes mais ouro em uma tonelada de lixo eletrônico do que em uma tonelada de minério de ouro.
No relatório, membros da PACE e da Coalizão da ONU sobre Lixo Eletrônico, incluindo a ONU Meio Ambiente, o Fundo Mundial para o Ambiente, o Fórum Econômico Mundial e o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável pedem uma inspeção do sistema atual de eletrônicos, enfatizando a necessidade de uma economia circular na qual recursos não sejam extraídos, usados e descartados, mas avaliados e reutilizados de maneira que minimize impactos ambientais e crie empregos decentes e sustentáveis.

Soluções incluem design de produtos duráveis, sistemas de compra e retorno de eletrônicos usados, “mineração urbana” para extrair metais e minérios de lixo eletrônico e a “desmaterialização” de eletrônicos ao substituir propriedade direta de aparelhos por modelos de empréstimo e aluguel para maximizar reutilização de produtos e oportunidades de reciclagem.

Para ajudar a responder ao desafio do lixo eletrônico global e alcançar a oportunidade de economia circular, o governo da Nigéria, o Fundo Mundial para o Ambiente e a ONU Meio Ambiente anunciaram na quinta-feira um investimento de 2 milhões de dólares para dar início a uma indústria formal de reciclagem de lixo eletrônico na Nigéria. O novo investimento deve alavancar mais de 13 milhões de dólares em financiamentos adicionais do setor privado.
De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), até 100 mil pessoas trabalham no setor informal de lixo eletrônico na Nigéria. O investimento irá ajudar a criar um sistema que formaliza estes trabalhadores, dando a eles empregos seguros e decentes, enquanto ao mesmo tempo captura o valor latente nas 500 mil toneladas de lixo eletrônico despejadas na Nigéria todos os anos.

“Uma economia circular gera benefícios econômicos e ambientais tremendos para todos nós”, disse a diretora-executiva interina da ONU Meio Ambiente, Joyce Msuya.

“A ONU Meio Ambiente está orgulhosa em apoiar esta parceria inovadora com o governo da Nigéria e com o Fundo Mundial para o Ambiente e apoiar os esforços do país para dar início a um sistema circular de eletrônicos. A sobrevivência de nosso planeta irá depender de como retemos o valor de produtos dentro do sistema ao aumentar suas vidas úteis”.

Clique aqui para acessar o relatório completo (em inglês).

8 de ago. de 2018

No Brasil, o assunto lixo eletrônico, em geral, ainda não possui grande atenção da sociedade. Apesar de ser um assunto regulamentado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) através da Lei 12305 de 2010, quase nada progrediu em relação ao tema, continuamos sem um trabalho forte envolvendo empresas e a comunidade como um todo.



Poucas são as pessoas que se preocupam em entregar um aparelho eletrodoméstico sem uso, um celular obsoleto ou uma lâmpada queimada em um posto de recolhimento, garantindo assim um destino correto para seu resíduo.

Uma pesquisa realizada pelo IDEC-Market Analysis, mostrou que apenas 1% dos descartes dos celulares, 2% dos eletroeletrônicos e 5% dos eletrodomésticos são feitos em pontos de coleta específicos, levando em conta que somos o País é líder na geração de lixo eletrônico na América Latina e segundo colocado nas Américas, atrás apenas dos Estados Unidos, isso significa que muito lixo eletronico esta sendo descartado de maneira errada pela população.

Os motivos pelos quais a geração de Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (REEE) aumenta no Brasil, não diferem muito das dos países em desenvolvimento e são:


  • Ciclo de vida dos eletroeletrônicos;
  • Dependência crescente de produtos eletrônicos;
  • Fluxo de resíduos eletroeletrônicos dos países desenvolvidos para países em desenvolvimento




O que acontece com fogões, geladeiras e micro-ondas, eletrodomésticos que costumam ser utilizados por muitos anos, é bem diferente do que com os celulares, notebooks e televisores.,estes itens em 80% das residências são trocados com muita frequência, os dados traduzem-se através de uma análise do ciclo de vida do produto: o consumidor dá maior importância à durabilidade para geladeiras, máquinas de lavar, etc. e maior importância de aquisição das novas tecnologias como aparelhos digitais.

Aproximadamente, 50% das trocas de aparelhos digitais, celulares e eletroeletrônicos não foram efetuadas por desgaste ou mau funcionamento do aparelho e sim, porque o novo era mais atual, mais moderno, melhor ou com mais funções, ou seja, a troca não era obrigatória, esse tipo de ação contribui significativamente para o aumento do lixo eletrônico.

Para agravar o problema de geração deste tipo de lixo, além das trocas de equipamentos motivadas pela propaganda e novas tecnologias e, assim como já acontece nos países desenvolvidos como EUA, Japão e outros países, aqui no Brasil inicia-se o descarte de equipamentos em bom estado ou com condições de uso aceitaveis.

Como consequência, temos um grave dos problemas da geração de lixo eletroeletrônico. O “catador” sai da captação de plástico, papelão e latas de alumínio, para desmontar os equipamentos eletroeletrônicos em busca principalmente de cobre, porém sem conhecimento dos perigos inerentes a estes desmontes e sem os equipamentos de proteção individual adequados. Sendo assim, tem contato direto ou indiretamente com substâncias nocivas colocando em risco à sua saúde e a do meio ambiente.

Em um celular ou computador encontramos mais de 40 elementos químicos diferentes e alguns destes apresentam-se como vetores de dermatites e outros mais nocivos à saúde, provocando cânceres, enfisemas (infecções nos pulmões) e alterações neurológicas e cromossômicas.
Como exemplos: o chumbo está presente em circuitos impressos e baterias; o cádmio em tubos catódicos, circuitos de refrigeração e circuitos impressos; o mercúrio em algumas lâmpadas e baterias; o antimônio nos circuitos impressos e tubos de raios catódicos, entre outros.

O chumbo acumula-se no organismo e mesmo em baixas concentrações; age no sistema nervoso, renal e hepático, causando intoxicações crônicas. Níveis elevados de chumbo podem causar vômito, diarreia, convulsão, coma ou até mesmo a morte.

O cádmio é absorvido pela respiração, mas também com os alimentos. Provoca descalcificação óssea, lesões nos rins e afeta os pulmões, tem efeitos teratogênicos e cancerígenos.

O mercúrio é considerado como altamente tóxico. Tem efeito acumulativo no corpo humano e pequenas quantidades, entre 3 g e 30 g podem ser fatais ao homem. Provoca lesões no cérebro; tem ação teratogênica – má formação de fetos durante a gravidez.

No caso do antimônio temos as contaminações por contato, ocasionando dermatites. Por inalação temos irritação do trato respiratório, sendo uma substância potencialmente cancerígena.

Além dos malefícios à saúde, há também a contaminação do solo e das águas fluviais, que atingem diretamente e indiretamente o ser humano, através da cadeia alimentar. A solução, ou minimização, dos efeitos do lixo eletrônico vem com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), de 2010, que traz o reconhecimento do trabalho dos catadores e exige das cidades e empresas privadas, a parceira com associações e cooperativas de catadores.

Assim, surge a responsabilidade compartilhada entre governo, empresas e sociedade, visando o retorno dos produtos após o consumo. Um dos pontos relevantes da PNRS é a inclusão dos catadores de materiais recicláveis e reutilizáveis no processo de logística reversa.

Como ficaria este assunto no Brasil após implantação da Lei 12.305?

  •  Através da Logística Reversa as empresas devem coletar seus produtos. Mais produtos retornarão às indústrias após seu uso pelo consumidor. As empresas devem divulgar aos consumidores onde descartar o lixo eletrônico.
  •  Através da reciclagem dos resíduos, haverá uma diminuição da extração mineral.
  •  O consumidor exercerá seus direitos junto aos governantes. Através de campanhas educativas, os consumidores farão a separação mais criteriosa nas residências.

A PNRS tinha prazo inicial estipulado para implantação em 2014 como os municípios não conseguiram cumprir o prazo foi aprovado na Câmara de Deputados mais quatro anos, através da Medida Provisória 651/14. Assim, este prazo vence em 2018. Como nenhum órgão municipal avançou neste assunto, provavelmente, nada estará implantado este ano.

Resta então a opção de divulgar informações para a população sobre os riscos de manuseio destes resíduos eletroeletrônicos, orientando sobre os descartes corretos, na esperança que as informações se multipliquem e cheguem à maior parte da população.

Fonte: Envolverde

20 de jul. de 2018

Muito se fala em "pegada de carbono" e sobre a importância de reduzir, mas afinal você sabe o que é pegada de carbono ou para que serve ?

Muitas atividades rotineiras que você faz acabam proporcionando emissões atmosféricas de gases do efeito estufa (GEEs). Para que se tenha noção das quantidades, todos esses gases podem ser convertidos em dióxido de carbono equivalente (CO2eq). Quando mensuramos a quantidade de dióxido de carbono equivalente emitida na atmosfera temos a pegada de carbono. Mas antes de sabermos para que ela serve, vamos entendê-la melhor.

O que é a pegada de carbono ?

A pegada de carbono (carbon footprint - em inglês) é uma metodologia criada para medir as emissões de GEEs - elas são convertidas em CO2eq. Os gases são emitidos na atmosfera durante o ciclo de vida de um produto, de processo ou de um serviço; exemplos de atividades que geram emissões: queima de combustíveis fósseis, cultivo de arroz, criação de pastagem para gado, desmatamento, queimadas, produção de cimento, entre outras.



A pegada de carbono também faz parte da pegada ecológica (ou ambiental), definida por Rees and Wackernagel, que é uma metodologia que mensura a quantidade de terra necessária para sustentar o nosso estilo de vida. A pegada de carbono faz parte desta metodologia, pois uma parte do dióxido de carbono é absorvida por oceanos e florestas que são áreas bio produtivas. A pegada de carbono representa, hoje em dia, mais de 50% da pegada ecológica, sendo o fator que mais cresce desde a década de 70 do século XX, quando a pegada de carbono era uma pequena fração da pegada ecológica.

Para que serve a pegada de carbono ?

Por meio da pegada de carbono podemos analisar os impactos que causamos na atmosfera e as mudanças climáticas ocasionadas pelo lançamento de GEEs a partir de cada produto, processo ou serviço que consumimos, pois emitimos muito mais gases do que a Terra é capaz de absorver. Se você come um prato de arroz e feijão, saiba que houve uma pegada de carbono para essa refeição (plantação, cultivo e transporte). Conhecer as nossas emissões de dióxido de carbono equivalente, direta ou indiretamente, é muito importante para reduzi-las com a finalidade de desacelerar o aquecimento global, melhorar a qualidade de vida do planeta, reduzir a pegada ecológica e evitar o overshoot, conhecido como a sobrecarga da Terra.

Como reduzir a pegada de carbono?

A mudança de hábitos é essencial para a redução da pegada de carbono. Escolher produtos que possuem embalagem recicláveis ou recicladas, preferir alimentos orgânicos, usar sacolas retornáveis, ser vegetariano pelo menos uma vez na semana, fazer a compostagem dos resíduos orgânicos, reduzir o consumismo e deixar o carro em casa, substituindo-o por bicicleta ou por transporte coletivo (um litro de gasolina emite 2,3 kg de CO2eq na atmosfera e a fabricação de cinco sacolas plásticas emite 1 kg de CO2eq)... Todas essas ações contribuem para a redução da pegada de carbono.

Fonte: Global Footprint NetworkEcycleWWF BrasilSGS Brasil.

5 de abr. de 2018




Atualmente estamos enfrentando muitas questões relacionadas ao meio ambiente, como mudanças climáticas, poluição, desmatamento, etc. À medida que a população aumenta, o mesmo acontece com os resíduos. E nas últimas duas décadas, a tecnologia vem crescendo rapidamente mudando o estilo de vida das pessoas. Muitos gadgets não são mais considerados como um luxo, por isso podemos comprá-los e acabamos facilmente substituindo um dispositivo por um novo. Todos os anos, os fornecedores lançam seus novos produtos. Por exemplo, as grandes empresas como Apple, Samsung, Microsoft e muitas outras têm seus eventos anuais para lançar seus novos produtos, como smartphones, computadores e televisores.




O Que É Lixo Eletrônico?

Muitas pessoas vão substituir seu smartphone por um novo ainda esse ano. O que acontece com os smartphones antigos? Algumas pessoas podem vender o telefone ou entregá-lo a alguém, mas nem todas farão isso. Toda vez que o novo produto chega, o mais antigo se torna um resíduo. Esse tipo de resíduo é chamado de lixo eletrônico. Mas, o lixo eletrônico é mais do que apenas um telefone celular velho, inclui todo o lixo eletrônico que não precisamos mais, não tem mais serventia e nem queremos guardar.

Alguns fatos sobre O Lixo Eletrônico

O lixo eletrônico é mais perigoso do que muitos outros resíduos, pois contém resíduos físicos e químicos tóxicos ao meio ambiente. Aqui estão alguns dados interessantes sobre o lixo eletrônico.

  • Segundo as Nações Unidas, 20 a 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico são descartadas a cada ano
  • Segundo a EPA, apenas 12,5% do lixo eletrônico é reciclado.
  • Os Estados Unidos geram cerca de 9,4 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano (mais do que qualquer outro país).
  • Os países em desenvolvimento tornaram-se o aterro para o lixo eletrônico. Conforme os dados de 2014, cerca de 418 milhões de toneladas de lixo eletrônico são descartadas para os países em desenvolvimento.
  • Guiyu, China tornou-se a aldeia de lixo eletrônico. O lixo na maior parte veio dos EUA e de outras nações europeias.
  • A partir dos dados da EPA em 2010, 350.000 telefones celulares são despejados por dia, o que corresponde a 150 milhões de telefones por ano.
  • Na América, o lixo eletrônico contribui com apenas 2% do lixo no aterro, mas equivale a 70% do total de lixo tóxico.
  • Aparelhos de televisão antigos, bem como monitores CRT (tubo de raios catódicos) contêm aproximadamente 1-3 kilogramas de chumbo, uma neurotoxina. Descarte inadequado significa que essa substância tóxica pode se infiltrar no solo.
  • São necessários 240 litros de combustível fóssil, 21 Kilogramas de produtos químicos e 1,5 toneladas de água para fabricar um computador e monitor, de acordo com a Electronics TakeBack Coalition.
  • Reciclar um milhão de laptops economiza a energia equivalente à eletricidade usada por 3.657 residências em um ano, segundo a EPA .
  • Estima-se que 40% dos metais pesados ​​nos aterros vêm de eletrônicos descartados, de acordo com Jonas Allen, diretor de marketing da EPEAT, um sistema de classificação eletrônica verde.
  • A Universidade das Nações Unidas estima que os volumes globais de lixo eletrônico poderão aumentar em até 33% nos próximos 5 anos.




O Que Podemos Fazer Para Resolver O Problema?

Resolver completamente a questão do lixo eletrônico ainda está longe demais. Mas você pode contribuir para reduzir o problema com alguns pequenos passos e inspirar mais pessoas, quem sabe poderemos alcançar uma solução real. Aqui estão as coisas que você pode fazer para amenizar o problema do lixo eletrônico.

Doe Seus Dispositivos Não Utilizados

Quantos dispositivos você tem em casa? Quantos deles não são mais usados ​​ou desejados? Talvez você ainda mantenha seu antigo desktop ou laptop. Você não usa mais eles porque precisa de mais desempenho ou de tecnologia mais recente, mas isso não significa que esses dispositivos não possam ser mais usados. Se você não precisa, não significa que alguém não vai achar útil. Você pode entregá-lo a uma ONG, Centro Social ou Associação que possa fazer uso desse equipamento. Dessa forma, você não precisa jogá-lo fora como um desperdício, não gera mais resíduo e ainda ajuda na inclusão digital e tecnológica de mais pessoas.


Programa de Reciclagem


Você pode e deve encaminhar seus equipamentos que não serão mais utilizados para empresas de reciclagem, a Lei 12.305/2010 que instituí a Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê como responsabilidade também do consumidor a destinação correta de seus lixos eletrônicos. Para tal é importante se certificar que a empresa que você escolheu possui todas a licenças para operar e oferecer o serviço de reciclagem de resíduos eletrônicos, até mesmo para garantir que seu material não vai ser descartado de forma errada causando mais danos ao meio ambiente. Nós aqui da Futura Soluções Ambientais trabalhamos para oferecer o melhor serviço na destinação correta do materiais eletrônicos que recebemos e possuímos todas a licenças necessárias para realizar tal serviço.

20 de fev. de 2018

O artista plástico e designer Giovane Malta, participa de um projeto de reaproveitamento do lixo eletrônico onde montam diversos tipos de produtos hoje vou trazer para vocês as miniaturas de motocicletas.

Esse é um trabalho de artesanato associado a Logística Reversa e não se trata simplesmente de miniaturas de motos, mas de réplicas de modelos com linha de produção. As motos são confeccionadas a partir diversos componentes de eletrônicos descartados pela população.

Observando atentamente é possível identificar peças de HDs de computadores, mouses viram tanques de gasolina, fones de ouvido nas lanternas e diversos outros materiais que poderiam ter virado lixo mas que nas mão de Giovane acabaram virando lindas miniaturas.












Para saber mais sobre o trabalho do artista entre em sua pagina no Facebook.

3 de jan. de 2017

Posted by Pedro Malta on 11:57 | No comments



Nós da Futura Ambiental estamos licenciados para  a Coleta do Óleo de Cozinha, monitoramos, recolhemos e destinamos da forma mais adequada o óleo vegetal e ainda orientamos quanto a instalação de pontos de coleta organizados, podendo ser em escolas, restaurantes, associações de moradores, dentre outros.
Por falta de informação, grande parte da população ainda descarta o óleo usado na pia, no lixo comum ou mesmo diretamente em rios e córregos. Quando descartado na pia, por causa de sua viscosidade cria uma crosta que retém resíduos que além de causar entupimentos, atrai animais nocivos para a nossa saúde como ratos, barata e outros insetos. Em alguns casos o encanamento pode ficar tão acumulado de resíduos de tal forma que a única solução é a troca de toda tubulação gerando um custo a mais e que poderia ser evitado com o descarte correto. Grande parte do óleo (que não ficou retido na tubulação) desce pela rede de esgotos e alcança rios e mares, ao entrar em contato com os mananciais hídricos o óleo cria uma fina camada em cima da água (por ser menos denso) que impede a penetração dos raios solares, dificultando a troca de gases entre a água e a atmosfera, reduzindo o oxigênio e prejudicando a vida aquática. Um litro de óleo pode poluir mais de 20 mil litros de água. Porém, o risco maior está nos resíduos que aderem como uma cola à rede coletora, provocando entupimento e refluxo de esgoto.
No solo (quintal, lixões, terrenos baldio, dentre outros) o óleo contribui para a impermeabilização podendo causar processos de enchente e alagamento. Pode também destruir a vegetação e tornar o solo infértil.
Quando entra em processo de decomposição, o óleo também pode eliminar gás metano que além do mau cheiro agrava o efeito estufa e propicia a chuva ácida.
Para evitar que o óleo de cozinha usado seja lançado na rede de esgoto, basta após o seu uso (esperar um pouco para que esfrie) colocá-lo em uma garrafa (pode ser Pet), lembrando que não precisa que seja filtrado ou que seja misturado a qualquer outra substância. Em seguida é só encaminhar para o devido tratamento. Entre em contato e agende uma visita.

15 de set. de 2016

Posted by Pedro Malta on 08:36 in , , | No comments


Os Resíduos de Equipamentos Elétricos Eletrônicos (REEE) também chamados popularmente no Brasil de “lixo eletrônico”,  “lixo tecnológico” ou e-lixo e que no exterior são chamados de WEEE (Waste Electrical and Electronic Equipment), ou e-Waste.

Esses materiais oriundos de diversos tipos de aparelhos e equipamentos eletroeletrônicos contem muitos componentes considerados tóxicos e não biodegradáveis, que quando não são descartados corretamente acabam oferecendo risco às pessoas e ao meio ambiente como um todo.

Existem diversas classificações para os REEE a mais comum é a que engloba todos os componentes e equipamentos que precisam de energia para seu funcionamento ou que geram/armazenam energia, esses materiais ao termino de sua vida útil precisam ser destinados de maneira diferente do popular lixo comum, precisam passar por um tratamento especializado evitando danos aos seres humanos e ao meio ambiente.
Diversas empresas e organizações surgiram com o intuito de dar a correta destinação para esses materiais, atendendo assim a Política Nacional de Resíduos Sólidos que obriga fabricantes, comerciantes e inclusive usuários a dar uma destinação correta para esse tipo de material.

O rápido avanço da tecnologia, a diminuição do custo de aquisição, a obsolescência programada entre outros fatores levam anualmente à substituição de milhões de aparelhos, resultando em um crescimento deste problema em todo o mundo.

Diferente do que se divulga nem todo REEE pode ser reciclado e muitos componentes precisam passar por tratamentos específicos para evitar danos ao meio ambiente, atualmente no Brasil muito se fala sobre a reciclagem das “sucatas eletrônicas” pessoas, lojas e industrias tem cada vez mais se interessado pelo assunto, seja para atender a legislação, seja para assumir uma postura mais consciente ou para gerar renda.

Neste contexto a logística reversa de REEE é a única alternativa viável, devido ao custo de todo o processo, que inclui o tratamento de diversos materiais que não poderão ser reciclados, a tendência é que haja a cobrança pela coleta e retirada do lixo eletrônico, realidade que ainda não é comum uma vez que sucateiros e ferros velhos que não fazem o tratamento de todo o material e retiram apenas o que tem valor e seguem descartando o restante em terrenos e vias ainda são encontrados trabalhando livremente pelos grandes centros.

Serão necessários ainda alguns anos para que nossa sociedade venha a adquirir uma forma mais consciente de descartar os seus resíduos como um todo, entretanto estamos melhorando a cada dia.

Para saber mais acesse na integra a Lei 12.305, de agosto de 2010.

14 de abr. de 2015

 

 

Diversas empresas mantem pontos de coleta de lixo eletronico distribuidos pela cidade, apresento aqui alguns desses pontos.

Shoppings Promo Info

BARRA
Av das Americas, 6700 Barra da Tijuca - RJ


CENTRO
Av Rio Branco, 156 Centro - RJ


NORTE 
Av Suburbana, 5027 Cachambi - RJ


TIJUCA
R General Roca, 935 Tijuca - RJ


NOVA IGUAÇU
Av Gov Roberto Silveira, 447 Centro - Nova Iguaçu - RJ


SÃO GONÇALO
Av Presidente Kennedy, 343 Centro - São Gonçalo - RJ


CAMPO GRANDE 
Estrada do Mendanha, 304 Campo Grande - RJ


CAXIAS 
Av. Brigadeiro Lima e Silva 1654 Jardim 25 de Agosto - Caxias - RJ




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