Meio Ambiente e Sustentabilidade
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3 de jan. de 2017

Posted by Pedro Malta on 11:57 | No comments



Nós da Futura Ambiental estamos licenciados para  a Coleta do Óleo de Cozinha, monitoramos, recolhemos e destinamos da forma mais adequada o óleo vegetal e ainda orientamos quanto a instalação de pontos de coleta organizados, podendo ser em escolas, restaurantes, associações de moradores, dentre outros.
Por falta de informação, grande parte da população ainda descarta o óleo usado na pia, no lixo comum ou mesmo diretamente em rios e córregos. Quando descartado na pia, por causa de sua viscosidade cria uma crosta que retém resíduos que além de causar entupimentos, atrai animais nocivos para a nossa saúde como ratos, barata e outros insetos. Em alguns casos o encanamento pode ficar tão acumulado de resíduos de tal forma que a única solução é a troca de toda tubulação gerando um custo a mais e que poderia ser evitado com o descarte correto. Grande parte do óleo (que não ficou retido na tubulação) desce pela rede de esgotos e alcança rios e mares, ao entrar em contato com os mananciais hídricos o óleo cria uma fina camada em cima da água (por ser menos denso) que impede a penetração dos raios solares, dificultando a troca de gases entre a água e a atmosfera, reduzindo o oxigênio e prejudicando a vida aquática. Um litro de óleo pode poluir mais de 20 mil litros de água. Porém, o risco maior está nos resíduos que aderem como uma cola à rede coletora, provocando entupimento e refluxo de esgoto.
No solo (quintal, lixões, terrenos baldio, dentre outros) o óleo contribui para a impermeabilização podendo causar processos de enchente e alagamento. Pode também destruir a vegetação e tornar o solo infértil.
Quando entra em processo de decomposição, o óleo também pode eliminar gás metano que além do mau cheiro agrava o efeito estufa e propicia a chuva ácida.
Para evitar que o óleo de cozinha usado seja lançado na rede de esgoto, basta após o seu uso (esperar um pouco para que esfrie) colocá-lo em uma garrafa (pode ser Pet), lembrando que não precisa que seja filtrado ou que seja misturado a qualquer outra substância. Em seguida é só encaminhar para o devido tratamento. Entre em contato e agende uma visita.

15 de set. de 2016

Posted by Pedro Malta on 08:36 in , , | No comments


Os Resíduos de Equipamentos Elétricos Eletrônicos (REEE) também chamados popularmente no Brasil de “lixo eletrônico”,  “lixo tecnológico” ou e-lixo e que no exterior são chamados de WEEE (Waste Electrical and Electronic Equipment), ou e-Waste.

Esses materiais oriundos de diversos tipos de aparelhos e equipamentos eletroeletrônicos contem muitos componentes considerados tóxicos e não biodegradáveis, que quando não são descartados corretamente acabam oferecendo risco às pessoas e ao meio ambiente como um todo.

Existem diversas classificações para os REEE a mais comum é a que engloba todos os componentes e equipamentos que precisam de energia para seu funcionamento ou que geram/armazenam energia, esses materiais ao termino de sua vida útil precisam ser destinados de maneira diferente do popular lixo comum, precisam passar por um tratamento especializado evitando danos aos seres humanos e ao meio ambiente.
Diversas empresas e organizações surgiram com o intuito de dar a correta destinação para esses materiais, atendendo assim a Política Nacional de Resíduos Sólidos que obriga fabricantes, comerciantes e inclusive usuários a dar uma destinação correta para esse tipo de material.

O rápido avanço da tecnologia, a diminuição do custo de aquisição, a obsolescência programada entre outros fatores levam anualmente à substituição de milhões de aparelhos, resultando em um crescimento deste problema em todo o mundo.

Diferente do que se divulga nem todo REEE pode ser reciclado e muitos componentes precisam passar por tratamentos específicos para evitar danos ao meio ambiente, atualmente no Brasil muito se fala sobre a reciclagem das “sucatas eletrônicas” pessoas, lojas e industrias tem cada vez mais se interessado pelo assunto, seja para atender a legislação, seja para assumir uma postura mais consciente ou para gerar renda.

Neste contexto a logística reversa de REEE é a única alternativa viável, devido ao custo de todo o processo, que inclui o tratamento de diversos materiais que não poderão ser reciclados, a tendência é que haja a cobrança pela coleta e retirada do lixo eletrônico, realidade que ainda não é comum uma vez que sucateiros e ferros velhos que não fazem o tratamento de todo o material e retiram apenas o que tem valor e seguem descartando o restante em terrenos e vias ainda são encontrados trabalhando livremente pelos grandes centros.

Serão necessários ainda alguns anos para que nossa sociedade venha a adquirir uma forma mais consciente de descartar os seus resíduos como um todo, entretanto estamos melhorando a cada dia.

Para saber mais acesse na integra a Lei 12.305, de agosto de 2010.

14 de abr. de 2015

 

 

Diversas empresas mantem pontos de coleta de lixo eletronico distribuidos pela cidade, apresento aqui alguns desses pontos.

Shoppings Promo Info

BARRA
Av das Americas, 6700 Barra da Tijuca - RJ


CENTRO
Av Rio Branco, 156 Centro - RJ


NORTE 
Av Suburbana, 5027 Cachambi - RJ


TIJUCA
R General Roca, 935 Tijuca - RJ


NOVA IGUAÇU
Av Gov Roberto Silveira, 447 Centro - Nova Iguaçu - RJ


SÃO GONÇALO
Av Presidente Kennedy, 343 Centro - São Gonçalo - RJ


CAMPO GRANDE 
Estrada do Mendanha, 304 Campo Grande - RJ


CAXIAS 
Av. Brigadeiro Lima e Silva 1654 Jardim 25 de Agosto - Caxias - RJ




15 de mai. de 2012

Posted by Pedro Malta on 09:10 in , , , | No comments
Vídeo imperdível para compreender a grandeza da RIO+20, com o especialista Aron Belinky da ong Vitae Civilis.

8 de jan. de 2012

Posted by Pedro Malta on 10:37 in , , | No comments



A destinação adequada para os pneus inservíveis ainda deixa a desejar no Brasil, segundo a opinião de Carlos Lagarinhos, engenheiro mecânico que defendeu uma tese de doutorado sobre o assunto na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).
Apesar de duas resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) obrigarem os fabricantes e importadores a dar uma destinação adequada para pneus que não servem mais, as regras não estão surtindo o efeito desejado, de acordo com Lagarinhos. 
“No Brasil, as atividades de reutilização [de pneus] não são regulamentadas e não existem incentivos para a reciclagem ou utilização de matéria-prima de pneus inservíveis [que não servem mais para rodar em automóveis, ônibus e caminhões]”, apontou o especialista à Agência Brasil.
Segundo Lagarinhos, de 2002 a abril de 2011, o descarte inadequado correspondeu a 2,1 milhões de toneladas do produto. Nesse período, os importadores de pneus novos cumpriram 97,03% das metas de descarte estabelecidas, os fabricantes, 47,3% e, os importadores de usados, 12,92%.
No país, é possível encontrar pneus jogados em lixões, rios, ruas e, até mesmo, no quintal das casas, o que pode ocasionar problemas ambientais e, até mesmo, de saúde – o mosquito transmissor da dengue, por exemplo, se reproduz em água parada alojada, muitas vezes, em pneus velhos.
Lagarinhos observou que o alto custo da coleta e do transporte de pneus descartados é a principal dificuldade para a destinação correta desse material. Outro problema levantado pelo pesquisador é que há falta de conhecimento dos consumidores sobre o destino que deve ser dado aos pneus usados.
“Os fabricantes, importadores, revendas e distribuidores não divulgam programas de coleta e destinação dos pneus inservíveis para incentivar o descarte, após a troca, pela população”, observou Lagarinhos. Em São Paulo, por exemplo, ele citou que, apesar dos mais de 6,6 milhões de veículos licenciados, existem apenas quatro pontos de coleta de pneus.
Asfalto-borracha
Uma das saídas apontadas por Lagarinhos como solução para o problema seria o aproveitamento de pneus usados como componente para asfalto. “De 2001 a 2010, somente 4,9 mil quilômetros foram pavimentados com asfalto-borracha. Existe uma série de vantagens para a sua utilização, como aumentar a vida útil do pavimento em 30%, retardar o aparecimento de trincas e selar as já existentes, e aumentar o atrito entre o pneu e o asfalto, entre outros", explicou.
"Falta incentivo por parte dos governos federal, estaduais e municipais para a utilização do asfalto-borracha na pavimentação de ruas, estradas e rodovias”, acrescentou o pesquisador.
Reciclanip tenta melhorar realidade
Os fabricantes nacionais possuem uma entidade voltada exclusivamente para a coleta e destinação adequada, a Reciclanip, criada em 1999 por representantes das empresas Bridgestone, Goodyear, Michelin e Pirelli, e que a partir de 2010 passou a contar com a Continental.
A entidade afirma ter coletado e destinado, de forma ambientalmente correta, o equivalente a 56,3 milhões de unidades de pneus de carro de passeio (280 mil toneladas) de janeiro a outubro de 2011. Segundo a Reciclanip, levando-se em conta o início do trabalho, no ano de 1999, este número chega a 1,82 milhão de toneladas de pneus inservíveis, que corresponde a 364,3 milhões de pneus de passeio.
Ainda segundo a organização, os fabricantes de pneus investiram US$ 154,4 milhões no programa até outubro de 2011. 
A Reciclanip tem hoje 726 pontos de coleta distribuídos em todos os estados e Distrito Federal, onde recolhe os pneus nos pontos de coleta e, de lá, transporta até as empresas de trituração ou de reaproveitamento. Os pontos de coleta são desenvolvidos em parceria com as prefeituras, que cedem os terrenos dentro das normas especifica de segurança e higiene para receber os pneus inservíveis vindos de origens diversas. Para verificar a localização dos pontos de coleta, basta acessar o site da entidade.


Fonte: EcoD

6 de jan. de 2012

Posted by Pedro Malta on 13:07 in , | No comments

Como já falamos anteriormente aqui no blog o lixo eletrônico é um dos grandes problemas ambientais da nossa sociedade moderna, pois alem do alto poder de contaminação tem também um volume exagerado que aumenta mais rápido do que conseguimos tratar e destinar, a falta de apoio dos governos e da sociedade como um todo também contribuem para agravar este problema.

Mesmo assim continuamos na luta, e agora contamos com mais um aliado, dessa vez são os postos Ipiranga aqui do Rio de Janeiro que iniciaram um projeto piloto que transformaram seus postos da rede JetOil em pontos de coleta para pilhas, baterias e celulares.

O trabalho do usuário é muito simples na hora que for descartar um desses resíduos é só se dirigir a um dos postos da rede e depositar o seu resíduo em uma caixa coletora que esta instalada no local.



É sempre valido lembrar que este tipo de resíduo é super poluente, altamente tóxico e bem difícil de degradar, devendo ser tratado por empresas especializadas para minimizar os riscos de acidentes e contaminações. 

5 de jan. de 2012

Posted by Pedro Malta on 19:37 in , , | No comments


Em cem dias entrará em vigor a Política Nacional de Mobilidade Urbana, sancionada pela presidente Dilma Rousseff e publicada na quarta-feira, 4 de janeiro, no Diário Oficial da União. 

A nova lei tem o intuito de integrar, melhorar e tornar mais acessíveis os diferentes modos de transporte, visando a mobilidade de pessoas e cargas no país.

O documento esclarece também direitos dos usuários, como o de ser informado, nos pontos de embarque e desembarque, sobre itinerários, horários, tarifas dos serviços e modos de interação com outros modais.

As regras que definem as tarifas a serem cobradas também estão estipuladas.

De acordo com a nova política, os entes federativos poderão fazer uso de instrumentos de gestão como restrição e controle de acesso e circulação, permanente ou temporário, de veículos motorizados em locais e horários predeterminados.

São Paulo, por exemplo, já utiliza o sistema de rodízio de automóveis na tentativa de amenizar os problemas de trânsito.

Prevê também a aplicação de tributos para utilização da infraestrutura urbana, no sentido de desestimular o uso de “determinados modos e serviços de mobilidade”. 

Mas garante, no entanto, que os recursos obtidos por esse meio serão aplicados exclusivamente em infraestrutura urbana “destinada ao transporte público coletivo e ao transporte não motorizado”, e no financiamento do subsídio público da tarifa de transporte público.

Aos entes federativos caberá, segundo a lei, estipular padrões de emissão de poluentes para locais e horários determinados, bem como monitorar e controlar as emissões dos gases de efeito local e de efeito estufa, podendo, inclusive, restringir o acesso a vias com índices críticos de poluição.

Poderão, ainda, dedicar espaço exclusivo nas vias públicas para os serviços de transporte público coletivo e para meios de transporte não motorizados, além de estabelecer políticas para estacionamentos públicos e privados.

Fonte: EcoD

30 de nov. de 2011

Posted by Pedro Malta on 10:01 in , , | No comments
  Acordo de Cooperação para adoção do programa Produtor de  Água, que pagará pela adoção de boas práticas ambientais na bacia do ribeirão Pipiripau, será assinado em 1º de dezembro. A bacia, que enfrenta conflitos pelo uso da água, abastece Planaltina e Sobradinho (DF).


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